Frequência

Flag Counter

segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

COMPLEXIDADE E O PROBLEMA DO MAL

"Se bem fizeres, não é certo que serás aceito? E se não fizeres bem, o pecado jaz à porta, e sobre ti será o seu desejo, mas sobre ele deves dominar" ( Gn 4:7 )
http://www.estudobiblico.org/pt/detalhe/ver/o-pecado-jaz-a-porta-74
"... À pergunta “não poderia a quantidade de sofrimento humano que há no mundo ser reduzida?” Rescher responde:
É claro que poderia. Mas a pergunta é: a que custo? Ao custo de não haver um mundo? Ao custo de não haver seres humanos no mundo? Ao custo de todos os seres humanos serem ignorantes, áridos e desprovidos de inteligência? Ao custo de se ter apenas seres humanos sem empatia, simpatia e que se preocupem uns com os outros? A resposta  apropriada a todas essas perguntas é simplesmente: quem sabe? Ninguém é capaz de dizer com qualquer segurança que o custo de tal “aprimoramento” seria aceitável. Concedido, os aspectos negativos do mundo poderiam em teoria ser remediados. Mas para criar tal arranjo seria necessário aceitar uma gama total de aspectos negativos ainda maior. Uma reengenharia deste mundo seria algo além de nossa capacidade, sendo implausível que os defeitos do mundo poderiam ser eliminados através de reparos específicos. Dado tudo o que sabemos, defende Rescher, este seria de fato o melhor dos mundos possíveis.
O efeito gangorra, por outro lado, ocorre quando dois fatores positivos estão presos a uma relação em que não é possível obter ambos ao mesmo tempo (familiaridade vs. novidade, por exemplo), sendo necessário um trade-off entre eles, na medida em que um aprimoramento de um lado somente pode ser obtido pela piora do outro. Um exemplo de como esse tipo de efeito impede a obtenção de perfeição, restando optimização, é o sistema de justiça criminal..."

Uma análise a partir do Molinismo de Alvin Plantinga, disponível em http://repositorio.pucrs.br/dspace/handle/10923/6970#preview

Nenhum comentário:

Postar um comentário