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sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

Amor ao dinheiro: raiz de todos os males

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quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

A minha Defesa Judaica do Natal

My Jewish Defense of Christmas A minha Defesa Judaica do Natal Contexto Judaico do Novo Testamento A conexão oculta O Imperador Constantino, a despeito do que suas outras faltas possam ter sido, acreditava que a fé em Cristo Jesus tinha de substituir e exterminar o paganismo que foi profundamente entrincheirado no Império que ele então administrava. A decisão foi tomada e por isto todas as celebrações do festival semanal do Saturnalia que culminavam no dia 25 de Dezembro, celebrado como 'o Aniversário do Sol Invencível' deveriam parar (isto acontecia sem relação às suas atitudes pessoais anti-judaicas). Em vez disso os cidadãos do império deveriam começar a dedicar este mesmo dia a Jesus Cristo. Mas que tal o primeiro de Janeiro? A resposta pode surpreendê-lo: o Ano Novo em antigos calendários de igreja usados para comemorar a circuncisão de Jesus. Somente dão conta de 8 dias desde o dia 25 de Dezembro até primeiro de Janeiro. Basicamente, se o Natal é o aniversário de Jesus, o Ano Novo é o aniversário da sua circuncisão. Se concordamos com a lógica atrás dessas decisões que modificaram a história, estabelecendo novas tradições (algumas boas e outras não), certamente podemos ver que nas suas origens a herança israelita as honrou, ainda que imperfeitamente, mas profundamente. O descobrimento judaico de Jesus e do Primeiro Movimento de Jesus é um passo crucial no processo contínuo da interpretação exata do Novo Testamento. Registre-se hoje no meu Curso de Contexto Judaico do Novo Testamento e você não será a mesma pessoa que você foi quando você começou a ler as Escrituras. CLICK TO EXPLORE MORE

domingo, 13 de novembro de 2016

Naum

http://www.milhoranza.com/2013/10/25/antigo-testamento-naum/#.WB75f-vA2rU

Liderança cristã nos evangelhos

Mateus - judeus - Messias - firmeza nas promessas - quebra de paradigmas (Colossenses 2 - principados e potestades); Marcos - romanos - servo sofredor (escravo) - serviço - empatia (patrícios x plebeus); Lucas - gregos - homem perfeito - exemplo - modelo; João - verbo divino - logos (ação prática) - encarnação/incorporação - influência. Princípios : submissão a Deus, responsabilidade, credibilidade, humildade, serviço, sacrifício pessoal = custo do discipulado (Marcos 9:35), relacionamentos, etc. “E, chamando a si a multidão, com os seus discípulos, disse-lhes: Se alguém quiser vir após mim, negue-se a si mesmo, e tome a sua cruz, e siga-me.” ‭‭Marcos‬ ‭8:34‬ ‭ARC95‬‬ http://bible.us/212/mrk.8.34.arc95 Aprecie cada lição de liderança apontada por John Maxwell: - liderança efetiva não requer uma credencial do mundo. - líderes que são agentes de mudança sempre quebram paradigmas. - líderes saudáveis são primeiramente servos. - quanto maior o líder, maiores a humildade e sacrifícios exigidos. Algumas lições apresentadas por John Maxwell: - líderes de Deus primeiro se submetem a Deus, depois servem pessoas. - grandes líderes convidam para um grande comprometimento. - líderes espirituais dão prioridade ao seu relacionamento com seus liderados Referências: Covey, Stephen. Os sete hábitos das pessoas altamente eficazes e O oitavo hábito: da excelência à grandeza (palestra disponível em https://youtu.be/9eXSBCuxKrc Cury, Augusto. Análise da inteligência de Jesus (ebook disponível em http://www.projeto.camisetafeitadepet.com.br/imagens/banco_imagem_livros/77_livro_site.pdf); Greene, Robert et alli. As 48 leis do poder. Ebook disponível em http://suzanemaranduba.adesgba.org/As-48-Leis-do-Poder-Ilustrado.pdf Maquiavel, Nicolau. O príncipe. Ebook disponível em http://www.fae.edu/pdf/biblioteca/O%20Principe.pdf Maxwell, John. O livro de ouro da liderança (ebook disponível em https://docs.google.com/file/d/0B5hOWoOzegt3YjBhLTdsSUVWdUU/edit); Hunter, James. O monge e o executivo (ebook disponível em http://www.esextante.com.br/media/upload/livros/Monge_Trecho_1.pdf); O caráter de Cristo (apostila EBD). Tzu, Sun. A arte da guerra. Ebook disponível em http://www.culturabrasil.org/zip/artedaguerra.pdf;

segunda-feira, 24 de outubro de 2016

Fundamentalismo e tolerância

Não se deve demonizar quem diverge da nossa opinião, o confronto de ideias é enriquecedor Carlos Alberto Di Franco, O Estado de S.Paulo 24 Outubro 2016 | 03h00 “O sonho da razão produz monstros” – a frase, cunhada numa célebre pintura de Goya, veio-me à lembrança ao refletir sobre a febre ideológica laicista que está tomando conta de certos ambientes europeus e, infelizmente, também daqui. O laicismo, tal como hoje se apresenta e “milita”, não é apenas uma opinião, um conjunto de ideias ou uma convicção, que se defende em legítimo e respeitoso diálogo com outras opiniões e convicções, como é próprio da cultura e da praxe democrática. Também não se identifica com a “laicidade”, que é algo positivo e justo e consiste em reconhecer a independência e a autonomia do Estado em relação a qualquer religião ou igreja concreta. E que inclui, como dado essencial, o respeito pela liberdade privada e pública dos cultos das diversas religiões, desde que não atentem contra as leis, a ordem e a moralidade pública. O laicismo militante atual, no entanto, é uma “ideologia”, ou seja, uma cosmovisão – um conjunto global de ideias fechado em si mesmo – que pretende ser a “única verdade” racional, a única digna de ser levada em consideração na cultura, na política, na legislação, no ensino, etc. Por outras palavras, o laicismo é um dogmatismo secular, ideologicamente totalitário e fechado em sua “verdade única”, comparável – sem exagero – às demais ideologias fechadas, como o nazismo e o comunismo. Tal como as políticas nascidas dessas doutrinas desumanizadoras, o laicismo execra – sem dar audiência ao adversário nem manter respeito por ele – os pensamentos que divergem dos seus “dogmas” e não hesita em mobilizar a “Inquisição” de certos setores para achincalhar – sem o menor respeito pelo diálogo – as ideias ou posições que se opõem ao seu dogmatismo. Alegará que são interferências do pensamento religioso ou de igrejas, quando um democrata deveria pensar apenas que são outros modos de pensar de outros cidadãos, que têm tantos direitos como eles; e sem reparar que o seu laicismo militante, dogmático, já é uma pseudorreligião materialista e secular, como o foram o comunismo e o nazismo. Pratica-se, então, o terrorismo ideológico, pelo sistema de atacar os que, no exercício do seu direito democrático, pensam e opinam de modo diferente do deles, acusando-os de ser – só por opinarem de outra maneira – intransigentes, tirânicos, ditatoriais (três características das quais o laicismo, na realidade, parece querer a exclusividade). A humanidade, imaginam os defensores de uma cultura agnóstica e laicista, seria mais civilizada e feliz num mundo liberto das amarras espirituais. Será? Penso que não. O fundamentalismo islâmico é apresentado como a comprovação definitiva dos males que a religião provoca no mundo. Sonega-se um dado essencial: o terrorismo é um desvio covarde, uma instrumentalização cínica, uma apropriação criminosa de uma marca que não lhe pertence. Na verdade, a história das utopias da razão está manchada de sangue, terror e privação. Frequentemente, salienta Oscar Wilde com boa dose de argúcia, “as melhores intenções produzem as piores obras”. A Revolução Francesa, por exemplo, não produziu apenas um magnífico ideário. A utopia de 1789, em nome da “igualdade”, da “fraternidade”e da “liberdade”, desembocou no terror da guilhotina. A 2.ª Guerra Mundial não foi acionada por gatilhos religiosos. O holocausto do povo judeu, fruto direto da insanidade de Hitler, teve alguns de seus pré-requisitos precisamente na filosofia da morte de Deus. Nietzsche, o orgulhoso idealizador do super-homem, está na raiz imediata dos campos de concentração e de extermínio programado. E não foi a religião que desencadeou o Arquipélago Gulag do stalinismo. Feitas as contas, com isenção e honestidade intelectual, é preciso reconhecer que o sonho racionalista projetou poucas luzes e muitas sombras. A utopia, concebida no ambiente rarefeito dos gabinetes intelectuais, padece do mal da abstração. Perfila um homem impecável, um sistema irretocável. Depois, ao topar com o homem real, com suas grandezas e misérias, não admite a evidência das limitações teóricas. Brota, então, o delírio persecutório, a síndrome da conspiração. Radicaliza-se o sonho. A abstração quer se impor à realidade. E o humanismo inicial cede espaço ao obscurantismo. O autêntico fenômeno religioso, ao contrário, só pode medrar no terreno da liberdade. Na verdade, entre uma pessoa de convicções e um fanático existe uma fronteira nítida: o apreço pela liberdade. O fanático impõe, fulmina, empenha-se em aliciar. A pessoa de convicções, ao contrário, assenta-se serenamente em suas ideias. Por isso suas ideias não a movem a impor, mas a estimulam a propor, a expor à livre aceitação dos outros os valores que acredita dignos de serem compartilhados. Sabe que somente uma proposta dirigida à liberdade pode obter uma resposta digna do homem. Precisamos, todos, promover um clima da racionalidade e de tolerância na discussão das ideias. O debate não pode ser travado em clima de Fla-Flu, marca registrada de certas manifestações nas redes sociais. Não devemos demonizar quem diverge da nossa opinião. O confronto das ideias é enriquecedor. O fechamento à discussão é tremendamente empobrecedor. É preciso, sem dúvida, desenvolver o senso crítico contra os desvios da intolerância, do fanatismo e de certas manifestações de estelionato religioso. Mas não ocultemos os estragos causados pelo fundamentalismo ideológico. A isenção é o outro nome da honestidade intelectual. A busca da verdade não enfraquece o afã de liberdade. Ao contrário, é sua mola propulsora, pois a autêntica liberdade é a adesão voluntária à verdade que se impõe a uma inteligência lúcida, aberta, e não condicionada por preconceitos, tabus ideológicos ou interesses.

domingo, 16 de outubro de 2016

quarta-feira, 28 de setembro de 2016

Igreja: comunidade terapêutica ou patológica?

À crença tipicamente pagã, não bíblica, do anjo que moveria a água do tanque de Betesda de tempos em tempos e, assim, curaria exclusivamente nessas ocasiões aquele que primeiro ali se banhasse, Jesus contrapunha, ao curar alguém,o tanque de Siloé para onde enviava-o a fim de purificar-se e apresentar-se ao sacerdote. Porém, certa vez se apresentou Jesus no profano tanque de Betesda e curou um paralítico que ali penava já há décadas. Aqueles dois ambientes tipificam dois tipos de comunidades ainda hoje: aquela igreja em que a cura é mera expectativa fundada em crendices, e aquela igreja em que a cura já consumada se completa pela purificação e consagração do agraciado ao serviço cristão. Fonte: http://jewishstudies.eteacherbiblical.com/pt-br/o-tanque-de-betesda-como-um-centro-de-cura-de-greco-deus-esculapio/

sexta-feira, 2 de setembro de 2016

Casamento profano

http://www.migalhas.com.br/Quentes/17,MI244694,101048-Igreja+evangelica+obrigada+a+realizar+casamento+de+noiva+gravida+sera

terça-feira, 5 de julho de 2016

sexta-feira, 27 de maio de 2016

Blog do Angueth: Introdução ao LIVRO DE JÓ - Parte II

Blog do Angueth: Introdução ao LIVRO DE JÓ - Parte II: Ver Introdução ao LIVRO DE JÓ - Parte I G.K. Chesterton A importância atual do livro de Jó não pode ser expressa adequadamente mesmo se ...

Comichão nos ouvidos

“Porque virá tempo em que não sofrerão a sã doutrina; mas, tendo comichão nos ouvidos, amontoarão para si doutores conforme as suas próprias concupiscências;”
‭‭2Timóteo‬ ‭4:3‬ ‭ARC‬‬
http://bible.com/212/2ti.4.3.arc

Madruguei sonhando que enquanto ministrava o ensino da palavra de Deus era constantemente interrompido por pessoas que pediam oração por vários motivos pessoais: cura para alguma enfermidade, provisão de alguma necessidade, etc. Bem como nos tempos de Jesus, em que as multidões o seguiam em busca de seus próprios interesses.
Após dar a oportunidade para que os pedidos fossem apresentados, procurava retomar o estudo, porém era novamente interrompido, até que me veio à mente o verso bíblico acima citado. Dei-me conta do clientelismo típico da natureza humana, tão bem definido po Tiago:
“Pedis e não recebeis, porque pedis mal, para o gastardes em vossos deleites.”
‭‭Tiago‬ ‭4:3‬ ‭ARC‬‬
http://bible.com/212/jas.4.3.arc
As pessoas até se dispoem a uma relação com Deus, desde que tenham suas expectativas atendidas, porém o relacionamento que interessa a Deus é de mão dupla, tem dois sentidos. Deus está aberto a nos ouvir e atende às nossas petições, mas também tem algo a nos dizer, requer que observemos seus mandamentos e tudo o que nos dá tem uma finalidade, um propósito:
“Bendito o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o qual nos abençoou com todas as bênçãos espirituais nos lugares celestiais em Cristo, como também nos elegeu nele antes da fundação do mundo, para que fôssemos santos e irrepreensíveis diante dele em amor, e nos predestinou para filhos de adoção por Jesus Cristo, para si mesmo, segundo o beneplácito de sua vontade, para louvor e glória da sua graça, pela qual nos fez agradáveis a si no Amado. Em quem temos a redenção pelo seu sangue, a remissão das ofensas, segundo as riquezas da sua graça, que Ele tornou abundante para conosco em toda a sabedoria e prudência, descobrindo-nos o mistério da sua vontade, segundo o seu beneplácito, que propusera em si mesmo, de tornar a congregar em Cristo todas as coisas, na dispensação da plenitude dos tempos, tanto as que estão nos céus como as que estão na terra; nele, digo, em quem também fomos feitos herança, havendo sido predestinados conforme o propósito daquele que faz todas as coisas, segundo o conselho da sua vontade, com o fim de sermos para louvor da sua glória, nós, os que primeiro esperamos em Cristo; em quem também vós estais, depois que ouvistes a palavra da verdade, o evangelho da vossa salvação; e, tendo nele também crido, fostes selados com o Espírito Santo da promessa; o qual é o penhor da nossa herança, para redenção da possessão de Deus, para louvor da sua glória.”
‭‭Efésios‬ ‭1:3-14‬ ‭ARC‬‬
http://bible.com/212/eph.1.3-14.arc

segunda-feira, 23 de maio de 2016

O maior dos hiatos de qualidade: a humildade do Messias



É flagrante o desalinhamento entre as expectativas dos contemporâneos de Jesus e a sua reivindicação de ser reconhecido como o Messias de Israel. Ainda hoje, o escândalo da cruz em que Cristo foi apresentado como cordeiro em sacrifício vicário no lugar de Barrabás (tipificando a humanidade), evidencia-se na perplexidade ante o paradoxo do Messias crucificado.
Para saber mais: http://darwinedeus.blogfolha.uol.com.br/2014/04/23/desculpai-mas-jesus-existiu-epilogo/
 “O que é Hiato:
Hiato tem origem no termo Latim “hiatus”, cujo significado é “abertura, fenda, lacuna”, abrangendo diferentes conceitos e aplicações.
No sentido figurado, um hiato representa uma falha, uma lacuna. Pode ainda ser definido como uma interrupção entre dois acontecimentos...”.
 “...vejam os hiatos da qualidade:
                                 I.            Hiato das expectativas: quando ocorre um desalinhamento entre a expectativa do cliente e as percepções da gerência de qual seja a expectativa do cliente a respeito do serviço.
                               II.            Hiato das especificações: quando ocorre um desalinhamento entre as percepções da gerência de qual seja a expectativa do cliente a respeito do serviço e a tradução dessas percepções em especificações do serviço.
                              III.            Hiato da entrega: ocorre quando há um desalinhamento entre as especificações do serviço e o serviço prestado.
                             IV.            Hiato da comunicação: desalinhamento entre a prestação do serviço e a comunicação com o cliente a respeito do serviço.
                               V.            Hiato da qualidade percebida do serviço: ocorre quando há um desalinhamento entre a expectativa do cliente e a sua percepção quanto ao serviço prestado...” (G.N.)
“INRI é o acrónimo de Iesvs Natsarenus Rex Ivdaeorvm, do latim, "Jesus de Nazaré, Rei dos Judeus". Segundo os evangelhos, foi o título que Pilatos ordenou que fosse fixado na cruz onde Jesus Cristo foi morto. Segundo o Evangelho de São João, Pilatos teria feito redigir o texto em latim, grego (Ἰησοῦς ὁ Ναζωραῖος ὁ Bασιλεὺς τῶν Ἰουδαίων) e hebraico (ישוע הנצרת מלך היהודים).”.
“Era a hora terceira quando o crucificaram. A inscrição que motivava a sua condenação dizia: O rei dos judeus. Crucificaram com ele dois bandidos: um à sua direita e outro à esquerda. {Cumpriu-se assim a passagem da Escritura que diz: Ele foi contado entre os malfeitores {Is 53,12}.}
Os que iam passando injuriavam-no e abanavam a cabeça, dizendo: Olá! Tu que destróis o templo e o reedificas em três dias, salva-te a ti mesmo! Desce da cruz!
Desta maneira, escarneciam dele também os sumos sacerdotes e os escribas, dizendo uns para os outros: Salvou a outros e a si mesmo não pode salvar! Que o Cristo, rei de Israel, desça agora da cruz, para que vejamos e creiamos! Também os que haviam sido crucificados com ele o insultavam.
Desde a hora sexta até a hora nona, houve trevas por toda a terra. E à hora nona Jesus bradou em alta voz: Elói, Elói, lammá sabactáni?, que quer dizer: Meu Deus, meu Deus, por que me abandonaste?” (Marcos 15:25-34)
“Depois de lhes lavar os pés e tomar as suas vestes, sentou-se novamente à mesa e perguntou-lhes: Sabeis o que vos fiz?
Vós me chamais Mestre e Senhor, e dizeis bem, porque eu o sou. Logo, se eu, vosso Senhor e Mestre, vos lavei os pés, também vós deveis lavar-vos os pés uns aos outros.
Dei-vos o exemplo para que, como eu vos fiz, assim façais também vós. Em verdade, em verdade vos digo: o servo não é maior do que o seu Senhor, nem o enviado é maior do que aquele que o enviou. Se compreenderdes estas coisas, sereis felizes, sob condição de as praticardes.” (João 13:12-17)
Estes textos são apenas alguns dos muitos relatos bíblicos em que Jesus Cristo é percebido de forma diversa daquela esperada pelos seus conterrâneos. Consequentemente, decorrem daí todos os demais desalinhamentos entre a expectativa e a realidade em todas as dimensões da percepção humana lá e então, como aqui e agora.
A única solução para tal impasse está posta no imperativo do próprio Cristo: “Não temas. Crê somente.” “Sem fé é impossível agradar a Deus.”

domingo, 22 de maio de 2016

Numinosum Teologia: O ESTRANHO CASO DE JÓ 2,9: BÊNÇÃO (BARAK) OU MALDI...

Numinosum Teologia: O ESTRANHO CASO DE JÓ 2,9: BÊNÇÃO (BARAK) OU MALDI...: Por Jones Mendonça No livro de Jó há um caso muito singular onde uma palavra hebraica é intencionalmente traduzida pelo seu significado opo...

quarta-feira, 18 de maio de 2016

Jó e a cosmovisão bíblica

Além das possibilidades científicas explicitadas no blog http://novavidaemamor.com/, há que se considerar também que a dialética de Jó com seus amigos e com Deus nos apresenta diversas cosmovisões, ou seja, visões de mundo, tais como:
1 - o platonismo, cujos planos físico e metafísico claramente se distinguem (CAPS. 1 e 2), porém refuta o dualismo, já que limita a ação satânica ao poder permissivo do único Deus soberano, perante o qual os demais poderes se apresentam regularmente para prestação de contas;
2 - o hedonismo dos filhos e da mulher de Jó, manifesto em seus estilos de vida inconsequentes;
3 - o maniqueísmo satânico na manipulação dos elementos e na sofismática associação de causa e efeito para explicar a presença do sofrimento no mundo como consequência do pecado, necessariamente, o que é incessantemente refutado pelo exemplo do próprio Jó, homem reto, íntegro, temente a Deus, que se desvia do mal e ainda intercede em favor dos filhos, bem como na parábola do cego de nascença proferida por Jesus nos Evangelhos;
4 - o teísmo clássico dos amigos de Jó, os quais remetem Deus à irrelevância por sua indiferença distante diante da miséria humana, abandonando suas criaturas à própria sorte, transitando desde o naturalismo, pelo panteísmo, o ceticismo ateísta (mulher de Jó), o existencialismo niilista, etc.
Contudo, a afirmação de Jó de que antes conhecia Deus de ouvir falar, mas após sua provação e aprovação passou a conhecê-lo face a face remete o sofrimento a uma categoria utilitarista e pedagógica e coloca satanás em seu lugar de mero agente sob a soberania permissiva de Deus, cujo propósito benigno prevalece sempre. Todas as coisas cooperam para o bem dos que amam a Deus (Romanos 8).
Ademais, após interceder em favor de seus amigos, cuja retórica fora condenada por Deus, Jó se acha liberto de suas tribulações e é plena e abundantemente restaurado por Deus, pois padeceu injustamente e sem pecar, tipificando assim o Senhor Jesus Cristo, a quem claramente anuncia ao afirmar - "Sei que o meu redentor vive e que por fim se levantará sobre a terra."

segunda-feira, 25 de abril de 2016

Desemprego: riscos e oportunidades



Passo a compartilhar o meu testemunho pessoal. Após mais de 30 anos de carreira na Telebrás, onde comecei em 1973, aos 16 anos, como Office-boy, optei pela Proposta de Demissão Incentivada (PDI) na privatização das Teles em 1998. No entanto, a decisão tomada ao deixar o "status quo" lançou-me ao revolto mar da vida, aos 46 anos, e abriria novos horizontes, desafios inimaginados e maiores possibilidades que aquelas da cômoda vidinha de empregado estável de então, a despeito dos temerários riscos assumidos.
Depois de seis meses de lua-de-mel em casa, fui reintegrado ao mercado de trabalho, por indicação de um ex-chefe, e tive mantidos o mesmo nível salarial e o status profissional a que abdicara no PDI. Porém, era requerido em atividades concomitantes de apoio administrativo, em ambiente de muita pressão, o que configurava certo desvio de função. Após um mês, requeri o desligamento por haver sofrido assédio moral em público, durante uma reunião.
Embora já tivesse testemunhado o comportamento opressivo do gestor de plantão para com a sua secretária, esse conceito de assédio moral me era até então desconhecido, pelo que aproveitei, como pretexto para sair, o fato de ter sido aprovado em 18º lugar em concurso para Analista Judiciário no STM. Porém, durante os dois anos de validade do concurso não fui convocado e fiquei três anos desempregado com mulher e três filhos em idade escolar para sustentar.
Nesse período de “vacas magras”, fiz cursos para webdesigner e participei do Empretec no SEBRAE, o que motivou a aventura pela alternativa do empreendedorismo, porém sem sucesso, pois o projeto de que participei foi logo descontinuado. Sua concepção era implementar um site pioneiro da cadeia de reciclagem na Internet: www.entrecicle.com.
Esse case interessante foi patrocinado por um ex-colega da Telebrás, o Marcílio, e contei com a colaboração de uma colega do curso no SEBRAE, a Eneida, o que já apontava a importância de se manter uma boa rede de contatos, pois os diversos currículos distribuídos nunca retornaram senão respostas negativas, como a de que eu era muito qualificado e o salário que meu perfil requeria poderia pagar dois recém-formados. Atuei também como representante comercial, vendendo a instalação de redes de computadores, mas não recebi a comissão da única venda que fiz.
Como auditor subcontratado da ANATEL, via Audilink, atuei por breve tempo no Rio de Janeiro, na avaliação de conformidade da Telemar aos Planos de Outorga e de Universalização. A distância da família e as condições precárias me trouxeram de volta a Brasília. Como prestador de serviços de levantamento patrimonial na Igreja Memorial Batista, cadastrei e etiquetei diversos itens mobiliários.
Cheguei ao ponto de receber cestas básicas para suprir as necessidades da família. Fui muito ajudado por amigos, por meus pais e até por anônimos aos quais sou eternamente grato.  “A gratidão é a memória do coração”[1]. Para sustentar a família e honrar os compromissos, tive que vender o apartamento que levei a vida toda para adquirir no Setor Sudoeste, já que se tratava de um contrato de gaveta e não consegui o desconto de 25% para quitá-lo no Itaú.
A partir de uma nova indicação de outro ex-chefe, fui recolocado e atuei em outra empresa de Telecom durante um ano. Com a fusão dessa empresa e a iminente transferência para São Paulo, recomecei do zero a minha carreira, desta feita após aprovação em novo concurso público nos Correios, onde percebia metade do salário do emprego anterior.
Ao chegar ali na área técnica da ECT, contei com a ajuda de alguns colegas que me acolheram com atenção e respeito, a despeito de outros "imaturos" que me desprezaram sem conhecerem direito a minha história de vida profissional. Em certa ocasião me puseram na roda e uma colega me disse que eu era muito feio, ao que de pronto respondi: que bom que você reparou! Quem desdenha quer comprar.

Após dois anos fiz um novo concurso nacional, desta feita para Analista de Sistemas Sênior em que fui classificado em oitavo lugar. Logo depois, fiz novo concurso para Auditor e fiquei classificado em quarto lugar, quando havia apenas três vagas. A primeira colocada desistiu por não querer se mudar de Curitiba para Brasília e, assim, eu entrei na AUDIT onde atuo há mais de 14 anos, auditando e até participando em comissões de sindicância. 
Porém ainda não estou isento de controvérsias. É preciso provar competência a cada novo desafio. Para tanto, preciso manter-me sempre atualizado com a legislação e a evolução tecnológica, ler muito e buscar o autodesenvolvimento contínuo. À semelhança de minha última função na Telebrás, quando conheci praticamente todas as capitais estaduais, a atual função na ECT exige que eu viaje com frequência, dando-me a oportunidade de conhecer o interior do país e já fiz até um curso em Las Vegas (USA).
Minha família também cresceu muito com todas essas experiências. Após o inevitável downgrade do nosso padrão de vida, embora tenham sido transferidos para escolas públicas, meus filhos foram aprovados no vestibular ainda no meio do terceiro ano do ensino médio. A minha filha mais velha, graduou-se em pedagogia pela UnB, casou-se e já me deu um neto. Os dois filhos mais novos também já se graduaram na UnB. Um deles já foi aprovado em concurso e já é servidor público estável. Está noivo e a ponto de se casar. O caçula, muito criativo, empreende projetos gráficos e audiovisuais.
Porque sou eu que conheço os planos que tenho para vocês”, diz o Senhor, “planos de fazê-los prosperar e não de lhes causar dano, planos de dar-lhes esperança e um futuro. (Jeremias 29:11 – NVI)
Minha esposa somatizou tanto as dores, que desenvolveu fibromialgia. Porém, como bem ensina a Bíblia, não se deve temer as mudanças, nem as provações ou tribulações, pois operam em favor do crescimento e da maturidade. Evidentemente há riscos assombrosos, mas há também muitas oportunidades para quem tem fé.
"Meus irmãos, tende por motivo de grande alegria o passardes por várias provações, sabendo que a aprovação da vossa fé produz a perseverança; e a perseverança tenha a sua obra perfeita, para que sejais perfeitos e completos, não faltando em coisa alguma. Ora, se algum de vós tem falta de sabedoria, peça-a a Deus, que a todos dá liberalmente e não censura, e ser-lhe-á dada. Peça-a, porém, com fé, não duvidando; pois aquele que duvida é semelhante à onda do mar, que é sublevada e agitada pelo vento." (Tiago 1:1-6)
Ebenézer! Até aqui nos ajudou o Senhor. Sou muito grato a Deus por tantas bênçãos, especialmente por nos aproximar mais de Cristo em meio às dores. No auge dessa crise foi que me filiei ao ministério dos Gideões Internacionais no Brasil (www.gideoes.org.br), cuja principal característica é a integridade no serviço cristão (1ª Crônicas 21:24).
Enfim, meu recado aos colegas é que não temam, nem se espantem, pois Deus é o Pai nosso que provê o pão de cada dia e tudo o mais.
"Ora, àquele que é poderoso para fazer infinitamente mais do que tudo quanto pedimos ou pensamos, conforme o seu poder que opera em nós, a ele seja a glória, na igreja e em Cristo Jesus, por todas as gerações, para todo o sempre. Amém!" (Efésios 3:20-21).
Com a benção de Nosso Senhor Jesus Cristo!
Adauto da Costa Santos - Ex-office-boy da Telebrás/Atual Analista X lotado na Auditoria dos Correios.


[1] http://pensador.uol.com.br/frase/MzIxNTA/