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segunda-feira, 28 de setembro de 2015

Carta para a igreja Laodicéia (Ap. 3:14)

"14 “Ao anjo da igeja de Laodicéia escreva o seguite: Esta é a mensagem do Amém, da Testemunha fiel e verdadeira, daquele por meio de quem Deus criou todas as coisas:” Como podemos ver na última mensagem de Jesus para as principais congregações na Ásia Menor, Jesus está sendo descrito em termos de algo verossímil (Amém), mas também leal (fiel) e confiável (testemunha verdadeira). A última referência a Jesus Cristo sendo o princípio da criação de Deus é necessária para se referir ao conceito Judeu de Logos que está presente de forma dominante em João 1. Vamos resumir brevemente os principais pontos que são importantes para nossa discussão aqui. Tem sido pensado erroneamente que as ideias expressadas no prólogo de João são exclusivas do Cristianismo. Acreditava-se erroneamente que esta declaração (João 1:1) constituia nada menos do que um desvio inovador do Judaísmo. No entanto, nada poderia estar mais longe da verdade. Na verdade, não é até o versículo 14 “e o Verbo se fez carne,” que uma idéia inovadora, embora não contraditória ao Judaísmo, foi introduzida pela primeira vez. A idéia de Verbo/Logos/Memra de Deus sendo o instrumento de Deus na criação do mundo não era nova para o Judaísmo do Segundo Templo. Por exemplo, Filo, um Judeu de Alexandria, que era aproximadamente contemporâneo de Jesus, mas provavelmente nunca o conheceu, escreveu: “…a mais universal de todas as coisas é Deus; e em segundo lugar o Verbo de Deus”. (Allegorical Interpretation, II, 86); “…a sombra de Deus está o Seu Verbo, que Ele usou como um instrumento, quando Ele estava criando o mundo…” (Allegorical Interpretation, III, 96); “Este mesmo Verbo está continuamente suplicando ao Deus imortal em nome do povo mortal, que está exposto a aflição e a miséria; e é também o embaixador, enviado pelo governante de todos, ao povo subordinado… não tendo sido criado como Deus, nem ainda criado como você, mas estando no meio destas duas extremidades…” (“Quem é o Herdeiro das Coisas Divinas,” 205-6). Estes são apenas alguns exemplos dessa idéia. Jesus, como ele se dirige a seus seguidores em Laodicéia, está identificando a si mesmo como o instrumento de Deus na criação do mundo. Existem também algumas coisas importantes que devemos saber sobre a cidade de Laodicéia. É altamente provável que Jesus e o autor humano do Livro do Apocalipse estavam bem cientes delas. Fonte: Estudos Judaicos para Cristãos

quarta-feira, 23 de setembro de 2015

Sonhando com Deus

"Era o ano de 2006. A campanha ao governo de AL estava "fervendo". Um candidato muito conhecido no Estado pelas presepadas, cujo nome, por motivos óbvios aqui se omite, liderava as pesquisas. Era considerado imbatível. Último debate eleitoral na TV Gazeta. O apresentador passa a palavra ao mais que provável vencedor : - Candidato, após esta intensa campanha eleitoral, o senhor tem 30 segundos para as considerações finais. Fique à vontade para falar. O candidato abriu o verbo : - Povo de AL, ontem eu tive um sonho. Neste sonho, Deus meu dizia : "doutor (fulano de tal), construa hospitais para o sofrido povo deste Estado". A seguir, o apresentador passou a palavra ao outro candidato. Que usou a verve : - Povo de AL, quem sou eu para disputar uma eleição com um homem que Deus o trata por doutor ? O candidato (citou o nome do fulano ) disse há pouco que falou com Deus e Deus disse : doutor fulano de tal. Ora, se Deus chama o meu adversário de doutor, reconheço que não posso fazer melhor do que ele. Vocês não acham que o adversário (fulano de tal) já se considera nomeado por Deus ? E foi assim que o candidato (fulano de tal), líder absoluto nas pesquisas, conheceu a derrota. Perdeu para a própria arrogância. (Essa historinha foi enviada para a coluna por Manoel Pedrosa)." Fonte: Porandubas Políticas in Migalhas nº 3.706 de Quarta-feira, 23 de setembro de 2015.

segunda-feira, 14 de setembro de 2015

Glorie-se no Senhor!

A necessidade de autoafirmação leva-nos, por vezes, a nos impormos presunçosos diante dos outros, caindo na armadilha da autoexaltação, do louvor próprio. Este comportamento é evidência de imaturidade, de carnalidade e de falência espiritual. O homem espiritual não se define a partir do que os outros vão pensar a seu respeito, mas sim a partir do caráter que Deus está formando nele. Ainda que não tenha de si próprio ou dos demais um conceito que reforce sua autoestima, o homem e a mulher realmente espirituais assumem a postura de Paulo: "Mas o que para mim era ganho reputei-o perda por Cristo. E, na verdade, tenho também por perda todas as coisas, pela excelência do conhecimento de Cristo Jesus, meu Senhor; pelo qual sofri a perda de todas estas coisas e as considero como esterco, para que possa ganhar a Cristo e seja achado nele, não tendo a minha justiça que vem da lei, mas a que vem pela fé em Cristo, a saber, a justiça que vem de Deus, pela fé; para conhecê-lo, e a virtude da sua ressurreição, e a comunicação de suas aflições, sendo feito conforme a sua morte; para ver se, de alguma maneira, eu possa chegar à ressurreição dos mortos. ¶ Não que já a tenha alcançado ou que seja perfeito; mas prossigo para alcançar aquilo para o que fui também preso por Cristo Jesus. Irmãos, quanto a mim, não julgo que o haja alcançado; mas uma coisa faço, e é que, esquecendo-me das coisas que atrás ficam e avançando para as que estão diante de mim, prossigo para o alvo, pelo prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus." (‭Filipenses‬ ‭3‬:‭7-14‬ ARC)