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terça-feira, 3 de março de 2015

Temos fome e sede de JUSTIÇA?

“Felizes as pessoas que têm fome e sede de fazer a vontade de Deus, pois ele as deixará completamente satisfeitas.” (Nova Tradução na linguagem de hoje) https://www.bible.com/pt/bible/211/mat.5.ntlh “Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque eles serão fartos;” Mateus 5:6 (Almeida Corrigida e Revisada Fiel) “Happy are those whose heart's desire is for righteousness: for they will have their desire.” Mateus 5:6 (Basic English) “Bienaventurados los que tienen hambre y sed de justicia: porque ellos serán hartos.” Mateus 5:6 (Reina Valera) Tipos de Justiça: 1. Retaliação – “olho por olho, dente por dente” – Lei de talião. Os primeiros indícios do princípio de talião foram encontrados no Código de Hamurabi, em 1780 a.C., no reino da Babilônia. Esse princípio impede que as pessoas façam justiça por elas mesmas e de forma desproporcionada, no respeitante ao tratamento de crimes e delitos, é o princípio "olho por olho, dente por dente". Escreve-se com inicial minúscula, pois não se trata, como muitos pensam, de nome próprio. Encerra a idéia de correspondência de correlação e semelhança entre o mal causado a alguém e o castigo imposto a quem o causou: tal crime, tal pena. O criminoso é punido taliter, ou seja, talmente, de maneira igual ao dano causado ao outro. A punição era dada de acordo com a categoria social do criminoso e da vítima. Modernamente, temos a palavra retaliação, indicando retribuição de uma ofensa com a mesma intensidade, oriunda do mesmo radical latino talis. http://pt.wikipedia.org/wiki/Lei_de_tali%C3%A3o 2. Restituição - O perdão é um processo mental ou espiritual de cessar o sentimento de ressentimento ou raiva contra outra pessoa ou contra si mesmo, decorrente de uma ofensa percebida, diferenças, erros ou fracassos, ou cessar a exigência de castigo ou restituição. O perdão pode ser considerado simplesmente em termos dos sentimentos da pessoa que perdoa, ou em termos do relacionamento entre o que perdoa e a pessoa perdoada. É normalmente concedido sem qualquer expectativa de compensação, e pode ocorrer sem que o perdoado tome conhecimento (por exemplo, uma pessoa pode perdoar outra pessoa que está morta ou que não se vê há muito tempo). Em outros casos, o perdão pode vir através da oferta de alguma forma de desculpa ou restituição, ou mesmo um justo pedido de perdão, dirigido ao ofendido, por acreditar que ele é capaz de perdoar. O perdão é o esquecimento completo e absoluto das ofensas, vem do coração, é sincero, generoso e não fere o amor próprio do ofensor. Não impõe condições humilhantes, tampouco é motivado por orgulho ou ostentação. O verdadeiro perdão se reconhece pelos atos e não pelas palavras. Existem religiões que incluem disciplinas sobre a natureza do perdão, e muitas destas disciplinas fornecem uma base subjacente para as várias teorias modernas e práticas de perdão. Exemplo de ensino do perdão está na "parábola do Filho Pródigo" (Lucas 15:11–32). Normalmente as doutrinas de cunho religioso trabalham o perdão sob duas óticas diferentes, que são: Uma ênfase maior na necessidade das faltas dos seres humanos serem perdoadas por Deus; Uma ênfase maior na necessidade dos seres humanos praticarem o perdão entre si, como pré-requisito para o aprimoramento espiritual. http://pt.wikipedia.org/wiki/Perd%C3%A3o 3. Redenção - Redenção, no cristianismo, é a crença na libertação do homem por meio do sacrifício de Jesus Cristo1. A ideia de uma libertação dos males e do sofrimento ocorre também em outras religiões, de formas que podem ser vistas como paralelas à redenção cristã. Assim, o islamismo, mesmo não compartilhando com o cristianismo o conceito do pecado original, acredita que todo homem nasce precisando de salvação, que só pode ser obtida pela fé e submissão a Deus. No hinduísmo, o "moksha" ou "mukti" é entendido como libertação do ciclo de renascimentos e da lei do carma. Já o budismo acredita na libertação do mundo das aparências (maya) por meio de um esforço pessoal ao longo de um caminho de oito etapas: perfeito entendimento, perfeita intenção, perfeita fala, perfeita conduta, perfeita ocupação, perfeito esforço, perfeita contemplação e perfeita concentração (Vinayana Pitaka)2 . http://pt.wikipedia.org/wiki/Reden%C3%A7%C3%A3o 4. Justiça Própria - “O esforço de obter a salvação pelas próprias obras leva inevitavelmente os homens a amontoar exigências como uma barreira contra o pecado. Pois, vendo que falham no observar a lei, imaginam regras e regulamentos eles próprios, para se obrigarem a obedecer. Tudo isto desvia a mente, de Deus para si mesmos. Seu amor extingue-se lhes no coração, e com ele perece o amor para com seus semelhantes. Um sistema de invenção humana, com suas múltiplas exigências, induz seus adeptos a julgar a todos quantos faltem à prescrita norma humana. A atmosfera de crítica egoísta e estreita, sufoca as nobres e generosas emoções, fazendo com que os homens se tornem egocêntricos juízes e mesquinhos espias. “Desta classe eram os fariseus. Saíam dos seus cultos religiosos, não humilhados com o senso da própria fraqueza, não agradecidos pelos grandes privilégios a eles concedidos por Deus. Saíam cheios de orgulho espiritual, e seu tema era: "Eu mesmo, meus sentimentos, meus conhecimentos, meus caminhos." Suas próprias realizações tornavam-se a norma pela qual julgavam os outros. Revestindo-se das vestes da própria dignidade, arrogavam-se a cadeira de juízes para criticar e condenar.” MB 123. Parábola do Fariseu e do Publicano (Lucas 18). “Mas todos nós somos como o imundo, e todas as nossas justiças como trapo da imundícia; e todos nós caímos como a folha, e as nossas culpas como um vento nos arrebatam.” Isaías 64:6. Mateus 23: 1-26. http://www.salvospelagraca.com.br/index.php?area=artigos&id=7

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