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terça-feira, 28 de outubro de 2014

A Bondade de Deus

"As Escrituras muitas vezes enfatizam a bondade de Deus que nos cerca completamente, Salmo 33.5: "A terra está cheia da bondade do SENHOR". Salmo 52.1: "A bondade de Deus permanece continuamente". Nem é toda essa bondade apresentada como algo que é frustrantemente fora de nosso alcance, ou proibida para o nosso gozo, pois Deus "nos dá todas as coisas para delas gozarmos". (1 Timóteo 6.17) É uma paródia diabólica fazer de Deus um grande estraga-prazeres cósmico que está fazendo tudo em Seu poder para tornar o homem tão infeliz quanto possível. Sim, às vezes pregadores ignorantes mediante sua pregação legalista dão a mesma impressão. Nada poderia ser mais longe da verdade. Não há nada verdadeiramente bom que o mundo goze que Deus não tenha permitido a Seu povo também gozar, contanto que eles o façam dentro dos limites de segurança que Ele colocou ao redor deles. Deus só proíbe aquilo que é espiritualmente mortal, que só um imbecil completo poderia desejar." Para saber mais:http://www.palavraprudente.com.br/estudos/dw_huckabee/hermeneutica/cap01.html

A Lei da Praticabilidade

"Quais são os efeitos práticos de nossa interpretação" Pois se nosso método de interpretação é só especulativo, e não resulta numa vida cristã prática, é evidente que algo está errado em nosso sistema de interpretação. Um dos grandes erros do sistema farisaico de interpretação da Bíblia era que não tinha bons efeitos práticos. A acusação de Jesus contra os escribas e fariseus era que: "Na cadeira de Moisés estão assentados os escribas e fariseus. Todas as coisas, pois, que vos disserem que observeis, observai-as e fazei-as; mas não procedais em conformidade com as suas obras, porque dizem e não fazem; Pois atam fardos pesados e difíceis de suportar, e os põem aos ombros dos homens; eles, porém, nem com o dedo querem movê-los". (Mateus 23:2-4) Em outras palavras, esses hipócritas religiosos não tinham um sistema prático de interpretação, ou eles não o aplicavam a si pessoalmente, pois suas convicções não influenciavam sua conduta. Deve haver correspondência entre convicção e conduta, para que nossa confissão cristã não seja apenas hipocrisia oca." Para saber mais:http://www.palavraprudente.com.br/estudos/dw_huckabee/hermeneutica/cap14.html

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

The Bible and the Hallowe'en origins

"...If anything, an alternative in opposition to Halloween should be offered by Christians. Psalm 24:1 points out that everything belongs to the Lord. Therefore, there is no reason to let Satan have Halloween. It is not his day in the first place! When Satan tried to tempt Jesus, he offered Jesus something that was not his to offer (Matthew 4:8—all the kingdoms of the world). Jesus obviously didn’t succumb because it wasn’t Satan’s to give, nor did Satan exercise any authority over Him. Many today believe that Halloween is Satan’s day and recommend staying away from it. But recognizing such a thing would be to disregard that Satan owns nothing and that all days belong to God. Christians can take this day and make better use of it, such as by celebrating Reformation Day, a harvest festival of praise for a God who provides, an extra day of the Lord’s Supper to remember Christ’s sacrifice to end animal sacrifices, and so on (Colossians 2:16–17) So where do you go from here? Please encourage your pastors and elders to have some sort of church function to counter modern practices of Halloween. Of course, one of the only nice things that Halloween really has to offer could also be involved—sweet treats (in moderation of course)! If a Christian alternative is not possible in your location, then take advantage of this opportunity to share with people the message of the gospel and how Jesus Christ has conquered death and the forgiveness that can only be found in God when you greet “trick or treaters.” Calvary Death is a terrible reality for all of us—not something to celebrate or treat as fun. Death is the punishment for sin. Since all of us are sinners (Romans 3:23), we must realize that death is coming. But God is a God of grace and mercy, and in His love He has offered a means of salvation through His only begotten Son, Jesus Christ, who suffered and died the ultimate death in our place. All who repent and believe can receive forgiveness of sins and eternal life. “For the wages of sin is death, but the gift of God is eternal life in Christ Jesus our Lord” (Romans 6:23). (...) Para saber mais:https://answersingenesis.org/holidays/halloween-history-and-the-bible/?utm_medium=cpc&utm_source=adwords&utm_campaign=halloween2014&gclid=CO2rjLLMu8ECFUMV7Aod1jQAwQ

domingo, 12 de outubro de 2014

A vertiginosa queda do rei Saul

Eis os principais motivos da rejeição de Saul como Rei perante o Senhor Deus de Israel: a desobediência e a mentira. O curioso é que o procedimento que Saul adotou era legal, nos termos propostos em Números 7. O seu erro consistiu na sua motivação equivocada: pretender negociar com Deus, transferindo a responsabilidade dos atos aos subalternos. Atenção Líderes: responsabilidades são indelegáveis e os requisitos de validade dos atos administrativos são: competência, motivação, finalidade, forma e objeto (http://www.egov.ufsc.br/portal/conteudo/requisitos-de-validade-dos-atos-administrativos). Ainda hoje é muito comum o "fisiologismo", tanto na política quanto na religião. Porém Deus abomina esse comportamento, como deixou bem claro nesse episódio em que rejeitou Saul. As exterioridades vazias de legítima correspondência com uma íntima motivação que as autentique são sempre abomináveis, por serem típicas dos hipócritas. Jesus confrontou os hipócritas com veemência tal, que os comparou a sepulcros caiados, os quais aparentam pureza, mas estão cheios de rapina. Enfim, o principal cuidado a se ter é ser verdadeiro sempre, para se evitar a rejeição do Senhor. Tivessem Ananias e Safira assumido publicamente o que tramaram secretamente, talvez não teriam sofrido a pena capital, mas tão somente as conseqüências de sua limitação comunitária. Um banimento temporário estaria de bom tamanho, até que estivessem mais dispostos a compartilhar. Pedro mesmo os advertiu mais por terem pretendido mentir do que pelo seu ato egoísta em si. Na sequência de sua insanidade (Nesse contexto, cabe bem a citação de Eurípedes: “Quem vult deus perdere dementat prius” — “Deus primeiro enlouquece aquele a quem quer destruir”.), Saul usurpa a função de Samuel só para aparentar-se ainda detentor de alguma autoridade e, impaciente, oferece um sacrifício inútil, pois já sabia que seria rejeitado. Daí em diante, sua queda se precipita ao ponto de invocar espíritos de mortos, pela ilusão mediúnica de uma feiticeira (ironia do destino, já que essa classe havia sido sentenciada à morte pelo próprio Saul). A lição a ser aprendida é que, uma vez perdida a autoridade espiritual, a derrocada é certa e fatal, pois um "abismo chama outro abismo" cada vez mais profundo. Portanto, independente do contexto em que se exerça autoridade, se sacro ou secular, se ético ou moral, há que se corrigir o erro na origem ou admiti-lo, se insanável, para resgatar a integridade enquanto ainda houver alguma esperança de ser ouvido, pois a mentira pela negação, pela racionalização ou qualquer outro artifício, conduz à irremediável rejeição e consequente insanidade, a qual precede e anuncia a ruína iminente.

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

'omnia mecum porto'

Dicionário de Latim Letra O omnia mecum porto Significado de omnia mecum porto Trago comigo todas as coisas. Resposta do filósofo Bias, da Grécia, àqueles que, fugindo ao exército persa, se admiravam de ver o sábio sair sem nada levar. Para Bias só valiam as riquezas do espírito.

terça-feira, 7 de outubro de 2014

Bons ou Maus?

"E ele disse-lhe: Por que me chamas bom? Não há bom senão um só, que é Deus." (Mateus 19:17) Minha leitura da realidade, a partir das experiências colhidas ao longo de meus 58 anos de vida, é que a natureza humana foi corrompida e, independentemente do contexto, se manifesta tendente à transgressão. Mesmo o mais íntegro dos indivíduos, se colocado em posição de poder em que haja oportunidade e impunidade, fatalmente cairá em tentação. Portanto, precisamos de uma estrutura de controle cada vez mais onipresente que intimide ou, pelo menos, desestimule a manifestação da "banda podre" que todos carregamos em nosso DNA. O diferencial das nações chamadas desenvolvidas é exatamente esse. Pude constatar isso quando estive em Las Vegas no início deste ano de 2014. Até nos coletivos, as câmaras de vigilância estavam instaladas por toda a parte e o condutor monitorava o ambiente enquanto trafegava, além do controle central que integrava todas as unidades. No hotel Excalibur, em que me hospedei, e no ambiente da conferência (Mandalay Bay), a que atendi, havia cassinos e os guardas, todos de porte intimidatório, estavam por toda parte e eram bem caracterizados como tais, com todo o aparato necessário a uma pronta intervenção, se necessário. O "slogan" em letras garrafais na entrada do prédio era "Act like you own the place!", o que traduz bem o espírito e a cultura do lugar. Chamou-me muito a atenção, no entanto, o fato de que toda essa estrutura se destina exclusivamente a inibir, prevenir e reprimir os transgressores, pois se você agir corretamente não será molestado nem incomodado por nada disso, terá livre trânsito e será muito bem acolhido. Ou seja, o medo da violência e do terrorismo não impediu o exercício da hospitalidade, da urbanidade e da civilidade nos relacionamentos dos americanos com os estrangeiros. A lição aprendida, portanto, foi que, por nossa natureza ser perniciosa e pouco confiável, os instrumentos de vigilância e controle coibem de fato as práticas delituosas. Porém o mais importante é que os "bons" sejam reconhecidos, estimulados e valorizados como tais. Infelizmente, a tônica em nosso país é a lógica inversa, que idolatra os transgressores como celebridades, os embusteiros como ícones midiáticos, e os vulgares como heróis, enquanto os "bons" são ridicularizados e explorados como otários. Para saber mais: http://virusdaarte.net/o-homem-nasce-mau-ou-e-fruto-do-meio-onde-vive/

quarta-feira, 1 de outubro de 2014

...oração sem caridade...

"Perguntaram a Mahatma Gandhi quais são os fatores que destroem o ser humano, ele respondeu assim: "A Política sem Princípios, o Prazer sem Responsabilidade, a Riqueza sem Trabalho, a Sabedoria sem Caráter, os Negócios sem Moral, a Ciência sem Humanidade e a Oração sem Caridade. A vida é como um espelho: Se sorrio, o espelho me devolve o sorriso. A atitude que tomo na vida, é a mesma que a vida tomará ante mim." "Quem quiser ser amado, que ame".