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terça-feira, 22 de abril de 2014

"Espiritualidade Organizacional"

RESENHA "Espiritualidade Organizacional" by Fava, Rubens e Gilz,Claudino - 2008, Brasport, RJ. 10 capítulos Prefácio de Ken O’Donnell: Contexto: “...Fala-se muito da necessidade de mudar o paradigma de ‘comando-e-controle’ que é completamente incapaz de lidar com a complexidade que o caos alheio, dinâmico e contínuo produz a todo o momento...O próprio trabalho é visto pela maioria como um ofício necessário onde podemos ganhar dinheiro suficiente para ‘viver’ as nossas vidas fora dos expedientes...” Metodologia: “...Rubens Fava e Claudino Gilz usam o método de diálogo para retratar a inquietude de um executivo preso na máquina produtiva querendo se sentir livre para expressar sua essência. O livro representa a busca de cada um de nós por respostas mais profundas das razões de por que fazemos o que fazemos e para onde vamos com tanta correria...” Abordagem Conceitual: “...Bem no começo do livro ele explica que a espiritualidade não se refere a religião. De modo geral uma religião é uma organização coletiva que ensina uma forma específica de desenvolver uma experiência espiritual. Normalmente é acompanhado de dogmas, rituais e uma forma bastante estruturada de buscar os segredos da vida para grupos de pessoas...A espiritualidade, por outro lado, é uma expressão individual de dentro para fora. Não depende de uma organização externa. É viver a vida de coração e não superficialmente. Para alguns, a espiritualidade envolve uma convicção de que Deus existe. Para outros, ela se expressa de formas diferentes. Paradoxalmente, no coração de todas as religiões existe uma espiritualidade que é muito parecida em todas elas...” Estratégia Organizacional: “...Para fins de uma empresa, uma boa definição de espiritualidade é justamente a prática de valores humanos em situações adversas. Não é sinônimo de religião. Embora pessoas religiosas possam ter um comportamento ‘espiritualizado’, nem sempre é o caso. Por isso, desenvolver a inteligência espiritual na empresa não significa esoterismo, rituais estranhos, paredes com cores novas ou sessões de passes. No mínimo, é o desenvolvimento verdadeiro dos próprios valores previstos no plano estratégico e que são a base do desempenho de boas equipes de trabalho. No máximo, é a permissão de revelar os valores especiais de cada ser...O desenvolvimento de tais valores – paciência, agilidade e equilíbrio – e tantos outros no nível pessoal, bem como os valores coletivos associados à responsabilidade social e ambiental, se tornou fundamental para a sobrevivência num mundo dinâmico, complexo e cada vez mais imprevisível.” Idéia Central: “As pessoas são como vitrais coloridos: cintilam e brilham quando o sol está do lado de fora, mas quando a escuridão chega sua verdadeira beleza é revelada apenas se existir luz no interior". Citação de frase atribuída à psiquiatra suíça Elisabeth Kübler-Ross (à página 70 do livro "Espiritualidade Organizacional"

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