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quarta-feira, 23 de abril de 2014

O maior dos hiatos de qualidade: a humildade do Messias

É flagrante o desalinhamento entre as expectativas dos contemporâneos de Jesus e a sua reivindicação de ser reconhecido como o Messias de Israel. Ainda hoje, o escândalo da cruz em que Cristo foi apresentado como cordeiro em sacrifício vicário no lugar de Barrabás (tipificando a humanidade), evidencia-se na perplexidade ante o paradoxo do Messias crucificado. Para saber mais: http://darwinedeus.blogfolha.uol.com.br/2014/04/23/desculpai-mas-jesus-existiu-epilogo/ “O que é Hiato: Hiato tem origem no termo Latim “hiatus”, cujo significado é “abertura, fenda, lacuna”, abrangendo diferentes conceitos e aplicações. No sentido figurado, um hiato representa uma falha, uma lacuna. Pode ainda ser definido como uma interrupção entre dois acontecimentos...”. Fonte: http://www.significados.com.br/hiato/ “...vejam os hiatos da qualidade: I. Hiato das expectativas: quando ocorre um desalinhamento entre a expectativa do cliente e as percepções da gerência de qual seja a expectativa do cliente a respeito do serviço. II. Hiato das especificações: quando ocorre um desalinhamento entre as percepções da gerência de qual seja a expectativa do cliente a respeito do serviço e a tradução dessas percepções em especificações do serviço. III. Hiato da entrega: ocorre quando há um desalinhamento entre as especificações do serviço e o serviço prestado. IV. Hiato da comunicação: desalinhamento entre a prestação do serviço e a comunicação com o cliente a respeito do serviço. V. Hiato da qualidade percebida do serviço: ocorre quando há um desalinhamento entre a expectativa do cliente e a sua percepção quanto ao serviço prestado...” (G.N.) Fonte: http://blog.panrotas.com.br/ofuturoehoje/index.php/2011/09/02/hiatos-da-qualidade-de-servicos/ “INRI é o acrónimo de Iesvs Natsarenus Rex Ivdaeorvm, do latim, "Jesus de Nazaré, Rei dos Judeus". Segundo os evangelhos, foi o título que Pilatos ordenou que fosse fixado na cruz onde Jesus Cristo foi morto. Segundo o Evangelho de São João, Pilatos teria feito redigir o texto em latim, grego (Ἰησοῦς ὁ Ναζωραῖος ὁ Bασιλεὺς τῶν Ἰουδαίων) e hebraico (ישוע הנצרת מלך היהודים).”. Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/INRI “Era a hora terceira quando o crucificaram. A inscrição que motivava a sua condenação dizia: O rei dos judeus. Crucificaram com ele dois bandidos: um à sua direita e outro à esquerda. {Cumpriu-se assim a passagem da Escritura que diz: Ele foi contado entre os malfeitores {Is 53,12}.} Os que iam passando injuriavam-no e abanavam a cabeça, dizendo: Olá! Tu que destróis o templo e o reedificas em três dias, salva-te a ti mesmo! Desce da cruz! Desta maneira, escarneciam dele também os sumos sacerdotes e os escribas, dizendo uns para os outros: Salvou a outros e a si mesmo não pode salvar! Que o Cristo, rei de Israel, desça agora da cruz, para que vejamos e creiamos! Também os que haviam sido crucificados com ele o insultavam. Desde a hora sexta até a hora nona, houve trevas por toda a terra. E à hora nona Jesus bradou em alta voz: Elói, Elói, lammá sabactáni?, que quer dizer: Meu Deus, meu Deus, por que me abandonaste?” (Marcos 15:25-34) “Depois de lhes lavar os pés e tomar as suas vestes, sentou-se novamente à mesa e perguntou-lhes: Sabeis o que vos fiz? Vós me chamais Mestre e Senhor, e dizeis bem, porque eu o sou. Logo, se eu, vosso Senhor e Mestre, vos lavei os pés, também vós deveis lavar-vos os pés uns aos outros. Dei-vos o exemplo para que, como eu vos fiz, assim façais também vós. Em verdade, em verdade vos digo: o servo não é maior do que o seu Senhor, nem o enviado é maior do que aquele que o enviou. Se compreenderdes estas coisas, sereis felizes, sob condição de as praticardes.” (João 13:12-17) Estes textos são apenas alguns dos muitos relatos bíblicos em que Jesus Cristo é percebido de forma diversa daquela esperada pelos seus conterrâneos. Consequentemente, decorrem daí todos os demais desalinhamentos entre a expectativa e a realidade em todas as dimensões da percepção humana lá e então, como aqui e agora. A única solução para tal impasse está posta no imperativo do próprio Cristo: “Não temas. Crê somente.” “Sem fé é impossível agradar a Deus.”

terça-feira, 22 de abril de 2014

A FALÁCIA EM TORNO DE AMAR

Autoria de: © Darlyson Feitosa – Brasília/DF 2007. Falácia é o raciocínio lógico, muitas vezes contundente – mas falso, que simula a veracidade: parece ser verdade, mas não expressa de fato a verdade. Geralmente a falácia é tratada como paralogismo ou sofisma, isto é, uma declaração com contornos adequados, mas de núcleo falso, duvidoso e, portanto, condenável. A teologia não é livre das falácias – ao contrário, no meio teológico há ambiente favorável ao aparecimento e propagação de muitas falácias, como: a idéia de um kairós de Deus e um chrónos humano; a concepção no meio evangélico de que a eucharistía e a chrisma são práticas exclusivas dos católicos; a falácia do fundo de uma agulha de Mc 10,25 ser uma porta estreita no muro da cidade. O presente texto trata de uma falácia popularizada inicialmente nos Estados Unidos, encontrando em nosso meio igual ou maior afeição, que á a idéia de sentidos teológicos distin¬tos entre os verbos filéo e agapáo. A falácia se encontra na afirmação que agapáo é o amor genuíno, o amor de Deus, e filéo é o amor fraternal, o gostar de. No mero exame da terminologia neotestamentária constata-se, porém, que os dois verbos são sinônimos, e são usados indistintamente. O uso de filéo ratifica o ar¬gumento (grifo nosso): i. o` ga.r path.r filei/ to.n ui`o.n (o Pai ama o Filho - Jo 5,20, refe¬rindo-se ao amor de Deus por Jesus). Se houvesse distinção entre os verbos, esperaríamos aqui que o verbo fosse agapáo. A idéia de Deus gostar muito de Jesus requereria um esforço argumentativo, a meu ver, inoperante. ii. Ku,rie( i;de o]n filei/j avsqenei/ (Senhor, aquele que tu amas está do¬ente - Jo 11,3, referindo-se ao amor de Jesus por Lázaro). Mais adiante (Jo 11,35.36) João escreverá que Jesus chorou próximo ao sepulcro de Lázaro e que, por isso, os judeus ali presentes ficaram admirados (um rabi chorando em público!) e disseram “vede quanto o amava”, onde filéo também é usado. O contexto de ambas declarações indica genuíno amor, não mero sentimento de afeição. Ou seja, se a falácia não fosse falácia, esperaríamos agapáo para o sentimento de Jesus, não filéo. iii. auvto.j ga.r o` path.r filei/ u`ma/j (pois o próprio Pai vos ama - Jo 16,27, referindo-se ao amor de Deus pelos discípulos). À semelhança do amor do Pai pelo Filho, o amor de Deus pelos discípulos é expressado com filéo. iv. ei; tij ouv filei/ to.n Ku,rion h;tw avna,qema (se alguém não ama o Se¬nhor, seja anátema - 1Cor 16,22, referindo-se ao amor que o homem deve ter pelo Senhor). Ora, em virtude da importância que Paulo dá àquilo que os coríntios deveriam sentir pelo Senhor, seria natural que ele se expressasse com agapáo ao invés de filéo, se agapáo fosse de fato mais intenso, mais genuíno, mais forte. No entanto, o que temos nessa declaração tão contundente é o uso de filéo, com uma ameaça de maldição em caso de não cumprimento. v. evgw. o[souj eva.n filw/( evle,gcw kai. paideu,w (quanto a mim, repreendo e cor¬rijo todos aqueles a quem amo - Ap 3,19, referindo-se ao amor de Deus pelos seus). O amor de Deus por Jesus, pelos discípulos e pelos seus filhos em geral é grafado com filéo. Se filéo fosse inferior a agapáo, dificilmente seria o verbo usado nesses textos. Um diálogo frequentemente usado em pregações e estudos bíblicos que, possivelmente, foi o que popularizou a falácia da distinção entre filéo e agapáo, é o texto de Jo 21,15-17, onde Jesus e Pedro dialogam. Por três vezes Jesus pergunta para Pedro “amas-me...?”, usando nas duas primeiras vezes agapáo, e na terceira vez filéo. As três respostas de Pedro são sempre com filéo. Os defensores da distinção entre os vocábulos argumentam basicamente no fato de Pedro, envergonhado, não ter tido a coragem de afirmar categoricamente diante de Jesus que o amava verdadeiramente (agapáo), só podendo se expressar através de filéo. Algumas considerações sobre isso: 1ª. Possivelmente o diálogo foi realizado em aramaico, o idioma da intimidade judaica, muito propício para aquele momento entre Jesus e Pedro, primeiro encontro entre os dois depois da tríplice negação de Pedro. E, se admitirmos, pelo menos como hipótese, tal diálogo entre os dois em aramaico, o vocábulo que teria sido usado só poderia ser o tradicional 'âhabhtâ, usado indistintamente para o amor a Deus, o amor de Deus e o amor entre os seres humanos (inclusive o amor conjugal). 2ª. Na hipótese de um diálogo em grego, é necessário então, antes de se constatar o uso de agapáo e filéo, duas indicações textuais importantes: (a) Nas duas primeiras respostas, Pedro diz: “sim, Senhor, tu sabes que eu te amo”. Não caberia a resposta “sim” com a modificação de sentido nos vocábulos, algo como “sim, tu sabes que eu gosto muito de ti”. Para isso fazer sentido, Pedro teria que responder “não, Senhor, eu não te amo [o suficiente], eu apenas gosto muito de ti”. Visto que Pedro responde “sim”, então a mudança de vocábulos (agapáo na pergunta e filéo na resposta) só pode ser entendida como sinônimos; (b) João faz um comentário editorial em 21,17 bem sugestivo: “Pedro entristeceu-se por ele lhe ter dito, pela terceira vez: Tu me amas?” O verbo usado nessa nota editorial é filéo. Ora, sabemos já que Jesus não usou filéo pela terceira vez – na verdade ele usou filéo apenas na terceira pergunta. Caso houvesse distinção entre os vocábulos, esperaríamos que João mantivesse a distinção e escrevesse algo como “Pedro se entristeceu por ele ter mudado de amar para gostar” ou “Pedro se entristeceu por não ter conseguido responder que amava Jesus, mas apenas gostava dele”, ou, mais triste, “Pedro se entristeceu por Jesus não ter mais esperado que ele o amasse e ter apelado para a simpatia de Pedro”. Ainda argumentando tendo filéo como base, outras narrativas do NT ratificam a indistinção dos dois verbos: (1) Em Mt 10,37 Jesus espera dos seus pretensos seguidores um amor maior, mais exclusivo do que o amor dispensado aos pais. As duas ocorrências do particípio grego são com filéo; (2) Há no cristianismo uma forte tradição em cima do misterioso discípulo amado, que aparece em Jo 20,2. A expressão “o outro discípulo, a quem Jesus amava” é grafada com filéo. O argumento tendo agapáo como base é igualmente ilustrativo – não há um quê de divino no vocábulo: (1) o amor ao próximo pode ser evidenciado com agapáo (Mt 5,43) – amor aos inimigos também (Mt 5,44)!; (2) o amor dos seres humanos às coisas más (trevas) é grafado com agapáo (Jo 3,19); (3) Demas amou [agapáo] o presente século (1Tm 4,10); (4) Balaão amou [agapáo] o prêmio da injustiça (2Pd 2,15). Ou seja, agapáo pode ser usado não apenas sob o ponto de vista da virtude, mas do pecado. Diante desta e de outras falácias, importa que os vocábulos gregos sejam analisados e comparados. Ainda que um determinado texto seja atrativo sob determinado ponto de vista (geralmente o ponto de vista que nós queremos provar como verdadeiro), é necessário colocá-lo sob o crivo das demais declarações que utilizam o mesmo termo. Fazendo assim evitaremos distorções. Há, de fato, uma evidente distinção entre filéo e agapáo: é quando filéo possui o sentido de beijar (Mt 26,48; Mc 14,44; Lc 22,47). Mas esse beijo de Judas já é outra história.

"Espiritualidade Organizacional"

RESENHA "Espiritualidade Organizacional" by Fava, Rubens e Gilz,Claudino - 2008, Brasport, RJ. 10 capítulos Prefácio de Ken O’Donnell: Contexto: “...Fala-se muito da necessidade de mudar o paradigma de ‘comando-e-controle’ que é completamente incapaz de lidar com a complexidade que o caos alheio, dinâmico e contínuo produz a todo o momento...O próprio trabalho é visto pela maioria como um ofício necessário onde podemos ganhar dinheiro suficiente para ‘viver’ as nossas vidas fora dos expedientes...” Metodologia: “...Rubens Fava e Claudino Gilz usam o método de diálogo para retratar a inquietude de um executivo preso na máquina produtiva querendo se sentir livre para expressar sua essência. O livro representa a busca de cada um de nós por respostas mais profundas das razões de por que fazemos o que fazemos e para onde vamos com tanta correria...” Abordagem Conceitual: “...Bem no começo do livro ele explica que a espiritualidade não se refere a religião. De modo geral uma religião é uma organização coletiva que ensina uma forma específica de desenvolver uma experiência espiritual. Normalmente é acompanhado de dogmas, rituais e uma forma bastante estruturada de buscar os segredos da vida para grupos de pessoas...A espiritualidade, por outro lado, é uma expressão individual de dentro para fora. Não depende de uma organização externa. É viver a vida de coração e não superficialmente. Para alguns, a espiritualidade envolve uma convicção de que Deus existe. Para outros, ela se expressa de formas diferentes. Paradoxalmente, no coração de todas as religiões existe uma espiritualidade que é muito parecida em todas elas...” Estratégia Organizacional: “...Para fins de uma empresa, uma boa definição de espiritualidade é justamente a prática de valores humanos em situações adversas. Não é sinônimo de religião. Embora pessoas religiosas possam ter um comportamento ‘espiritualizado’, nem sempre é o caso. Por isso, desenvolver a inteligência espiritual na empresa não significa esoterismo, rituais estranhos, paredes com cores novas ou sessões de passes. No mínimo, é o desenvolvimento verdadeiro dos próprios valores previstos no plano estratégico e que são a base do desempenho de boas equipes de trabalho. No máximo, é a permissão de revelar os valores especiais de cada ser...O desenvolvimento de tais valores – paciência, agilidade e equilíbrio – e tantos outros no nível pessoal, bem como os valores coletivos associados à responsabilidade social e ambiental, se tornou fundamental para a sobrevivência num mundo dinâmico, complexo e cada vez mais imprevisível.” Idéia Central: “As pessoas são como vitrais coloridos: cintilam e brilham quando o sol está do lado de fora, mas quando a escuridão chega sua verdadeira beleza é revelada apenas se existir luz no interior". Citação de frase atribuída à psiquiatra suíça Elisabeth Kübler-Ross (à página 70 do livro "Espiritualidade Organizacional"

quarta-feira, 16 de abril de 2014

Saudade das cebolas

http://www.haikudeck.com%2Fsaudade-das-cebolas-inspiration-presentation-CJovlXLNVg

Tetrad Blood Moon

"(RNS) Could a series of “blood moon” events be connected to Jesus’ return? Some Christians think so. In the wee hours of Tuesday (April 15) morning, the moon slid into Earth’s shadow, casting a reddish hue on the moon. There are about two lunar eclipses per year, according to NASA, but what’s unusual this time around is that there will be four blood moons within 18 months — astronomers call that a tetrad — and all of them occur during Jewish holidays. A string of books have been published surrounding the event, with authors referring to a Bible passage that refers to the moon turning into blood. “The sun shall be turned into darkness, and the moon into blood, before the great and terrible day of the Lord,” Joel 2:31 says. In the New Testament, Acts 2:20 echoes the same doom: “The sun shall be turned into darkness, and the moon into blood, before the great and notable day of the Lord.” Recent books capitalizing on the event..." To know more: http://www.huffingtonpost.com/2014/04/15/blood-moon-armageddon_n_5154043.html

quarta-feira, 9 de abril de 2014

2014 Spain ISB: Gideons Pray For God To Overrule Weather Forecast

"...We praise God that a total of 20,321 Scriptures were distributed at the university today,” was the message from blitz team leader Andrew Knight. What a mighty God we serve." Para saber mais: http://blog.gideons.org/2014/04/2014-madrid-spain-gideons-scripture-blitz/

terça-feira, 8 de abril de 2014

Liderando com o coração

Liderando Com o Coração - Comunicando na Hora Certa “Eu cheguei a Jerusalém e durante três dias não contei a ninguém o que pensava fazer pela cidade de acordo com o que Deus havia posto no meu coração.” (Neemias 2:11-12a) Para saber mais: http://www.ichtus.com.br/dev/2014/03/20/liderando-com-o-coracao-comunicando-na-hora-certa/?utm_medium=email&utm_source=devocional&utm_campaign=dev-1466 Liderando Com o Coração - Garantindo os Recursos “Então pedi ao rei um favor: que me desse cartas para os governadores da província do Eufrates-Oeste, com instruções para que me deixassem passar até chegar à região de Judá. Também pedi uma carta para Asafe, o guarda florestal do rei, mandando que me desse madeira para fazer os portões da fortaleza que protege o Templo e para fazer as muralhas da cidade e a casa onde eu iria morar. E o rei me deu tudo o que pedi, porque Deus estava comigo.” (Neemias 2:7-8) Para saber mais: http://www.ichtus.com.br/dev/2014/04/03/liderando-com-o-coracao-garantindo-os-recursos/ (c) 1998 - 2011 Respeite os direitos autorais, ao reproduzir mencione a fonte http://www.ICHTUS.com.br.