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quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Apologética: "A luz das nossas mentes", de Vincent Cheung

"É a intratabilidade do pecado humano, e não qualquer deficiência no evangelho, que fundamenta o fato de que há péssimos cristãos. Tristemente, o pecado é tão dominante que a igreja cristã tende a obscurecer Cristo à medida que ela o revela. É somente pela graça de Deus que a atração de Cristo e o seu evangelho sobrepujam o testemunho manchado da igreja institucional. Que há cristãos que não são especialmente bons é um testemunho da realidade e do poder do pecado humano; que há cristãos que são especialmente bons é um testemunho da realidade e do poder da graça de Deus." Para saber mais: http://www.cheung.com.br/wp-content/uploads/luz-mente_livro_cheung.pdf

Os perigos do Neo-evangelicalismo

"Estou convencido que o Neo-Evangelicalismo é um dos maiores perigos com que as igrejas fundamentalistas em geral e o movimento baptista independente em particular se defrontam, e para lhe resistir com sucesso é preciso identificá-lo." "O QUE DIZ A BÍBLIA SOBRE O AMOR CRISTÃO: Os ecumênicos estão confusos sobre a DEFINIÇÃO DE AMOR (Jo. 14:23; Fp. 1:9-10; I Jo. 5:3). O amor bíblico está associado com a obediência a Deus (Jo. 14:23; I Jo. 5:3). O amor Bíblico é obediência a Deus e à Sua Palavra, não às emoções vãs, não à uma mente abrangente, não à tolerância bíblica do erro. O amor bíblico está associado com a repreensão do pecado e do erro. Jesus, que é o Amor Incarnado, aparece “olhado para eles em redor com indignação condoendo-se da dureza do seu coração” (Mc. 3:5) e repreendeu os fariseus asperamente e mesmo ferozmente (Mt. 23). Jesus chamou a Pedro de Satanás (Mt. 16:23) e censurou os discípulos pela sua “incredulidade e dureza de coração” (Mc. 16:14). O apóstolo Paulo chamou aos falsos mestres “cães” e “maus obreiros” (Fp. 3:2). Daqueles que pervertiam o evangelho ele disse, “seja anátema” (Gl. 1:8,9). Ele chamou aos falsos mestres “homens maus e enganadores” (II Tim. 3:13), “homens corruptos de entendimento e réprobos quanto à fé” (II Tim. 3:8), “falsos apóstolos, obreiros fraudulentos” (II Co. 11:13). Ele disse o nome de falsos mestres e chamou aos seus ensinamentos “falatórios profanos” (II Tim. 2:16,17). Ele avisou acerca de “filosofias e vãs subtilezas” (Col. 2:8). Ele descreveu claramente os “que com astúcia enganam fraudulosamente”. Quando Elimas tentou desviar homens da fé que Paulo havia pregado, Paulo não desperdiçou tempo com diálogo. Ele disse “Ó filho do diabo, cheio de todo o engano e de toda a malícia, inimigo de toda a justiça, não cessarás de perturbar os retos caminhos do Senhor?” (Actos 13:10). Nada disto é contrário ao amor cristão. Os ecumênicos estão também confundidos acerca da DIRECÇÃO DO AMOR. A primeira direcção do amor deve ser em direcção a Deus (Mt. 22:35-39). Preciso de amar a Deus o suficiente para tomar uma posição acerca da Sua Palavra, para amar e temer a Deus mais do que eu amo e temo ao homem. A segunda direcção do amor deve ser para com aqueles que estão em perigo espiritual (“apascenta as minhas ovelhas” Jo. 21:16-17). Preciso amar ovelhas do Senhor mais do que amo os lobos. O QUE DIZ A BÍBLIA SOBRE A UNIDADE CRISTÃ?: JOÃO 17:21 – O movimento ecumênico moderno pegou em João 17:11 como um dos seus versículos temáticos, reclamando que a unidade pela qual Cristo orou é uma unidade ecumênica entre todos que se professam cristãos e que não olha ou valoriza a doutrina bíblica. O contexto de João 17 destrói este mito. Em João 17, Jesus está a referir-se àqueles que são salvos (Jo. 17:3). João 17 não é uma unidade de verdadeiros crentes regenerados com aqueles que são falsos crentes [, crentes meramente] nominais. Em João 17, Jesus refere-se àqueles que guardam a Sua Palavra; é uma união na verdade (Jo. 17:6, 17). Não é uma unidade que ignora as diferenças doutrinárias em favor de uma comunhão alargada. Não é uma ecumênica “unidade na diversidade”. Em lugar nenhum do Novo Testamento está ensinado que a doutrina deve ser sacrificada, ou até desvalorizada, em favor da unidade. Em João 17, Jesus refere-se àqueles que não são do mundo (Jo. 17:14, 16). Por contraste, o movimento ecumênico não se separa do mundo. Billy Graham é louvado pelo mundo e frequentemente votado o homem favorito dos EUA. Em 1989, Graham recebeu mesmo uma estrela no "Passeio da Fama", de Hollywood! A sua estrela está junto daquelas que honram Wayne Newton e John Travolta. O movimento ecumênico de hoje caracteriza-se por um cristianismo do tipo Rock & Roll que não acredita numa verdadeira separação do mundo, e o mundo responde com prêmios em vez de perseguições. Em João 17, Jesus refere-se a uma unidade do Espírito, não a uma unidade feita pelo homem (Jo. 17:1). João 17 é uma oração dirigida a Deus o Pai, não um mandamento dirigido aos homens. FILIPENSES 1:27 – Este é um outro versículo que é mal utilizado como uma plataforma para o movimento ecumênico, mas repare nas seguintes observações a partir do contexto: A unidade bíblica dá-se na igreja local. Esta instrução era dirigida à igreja em Filipos. A verdadeira unidade cristã não é um assunto extra-igreja ou interdenominacional. A unidade bíblica significa ter uma única mente, não “unidade na diversidade.” Compare Rom. 15:5-6; I Co. 1:10. A unidade bíblica requer dedicação total à fé que se professa. A fé do Novo Testamento não é um grupo de doutrinas separadas, mas é, sim, um corpo de verdade unificado no qual todas as doutrinas se encaixam. Não existem doutrinas “secundárias” que possamos ignorar em favor da unidade bíblica. A escolha é entre “uma comunhão limitada ou uma mensagem limitada.” Se alguém é fiel à fé do Novo Testamento, é impossível ter uma comunhão alargada, e se alguém é dedicado a uma comunhão alargada tem de limitar a sua mensagem para algo menos do que todo o conselho de Deus." Para saber mais: http://solascriptura-tt.org/SeparacaoEclesiastFundament/ComoIdentificarNeoEvangelicalismo-DCloud.htm

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Quais são as 20 companhias que dominam o Brasil?

http://www.proprietariosdobrasil.org.br/index.php/pt-br/divulgue Boas vindas! - EITA - CIRANDAS

O Endemoniado Gadareno

A busca pela FELICIDADE, sob a perspectiva humanista, ou seja: a qualquer custo, frequentemente conduz ao seu oposto: uma frustrante ANGÚSTIA. Assim, ao conceito greco-aristotélico de "Eudemonia" há de corresponder a síndrome do endemoniado ou de CAIM: "Se, todavia, procerderes mal, eis o pecado jaz a porta; o seu desejo será contra ti, mas a ti cumpre dominá-lo” (Gênesis 4:7) Para saber mais: http://www.rudecruz.com/o-endemoninhado-gadareno-batalha-espiritual-estudo-biblico.php Veja o capítulo correspondente da minissérie "Os Milagres de Jesus" em: http://www.search.ask.com/videos?&q=Rede+Record+os+milagres+de+Jesus&o=100000027&tpr=17&gct=sb&author=NOSSA%20WEB%20R%C3%81DIO%20GOSPEL

Luiz Sayão: A Teologia do Saci-Pererê

Luiz Sayão Um dos quadros mais tristes da cristandade é a sua fragmentação absurda. Há provavelmente cerca de cem mil denominações evangélicas no mundo de hoje. Na verdade, a maioria delas é exatamente igual a muitas outras em termos de doutrinas e práticas. Infelizmente, muitos grupos se separam de seus irmãos na fé por motivos pouco cristãos. Todavia, apesar de tantos desencontros semelhantes, é fato que grande parte de nossas divisões teve origem em questões teológicas e doutrinárias. É claro que teologia e doutrina são elementos fundamentais, dos quais não se pode abrir mão. Se alguém nega a divindade de Cristo, a onisciência de Deus, a salvação pela fé e a singularidade da Bíblia, tal pessoa não pode ser considerada cristã evangélica. No entanto, nossas divisões não se limitam a doutrinas fundamentais. As questões que nos distanciam de nossos irmãos são as menores, de importância secundária, e em alguns casos são questões irrelevantes. Talvez a razão principal de nosso divisionismo exacerbado seja a “teologia do saci-pererê” Talvez a razão principal de nosso divisionismo exacerbado seja a “teologia do saci-pererê”. Como todos sabem, o saci-pererê é uma espécie de duende brasileiro criado pela imaginação popular. Ele seria um guardião das florestas, perneta, que assustaria todos os que perturbam o silêncio das matas. O que mais se destaca na figura do saci é o fato de que ele tem uma perna só. Naturalmente, a pergunta já surge na mente do amigo leitor: O que isso tem a ver com teologia? Saci e teologia juntos? O que queremos dizer com isso é que boa parte de nossa teologia é uma “teologia de uma perna só”, isto é, uma teologia restrita, que enxerga de modo limitado o quadro amplo da revelação divina. Uma das razões pelas quais criamos uma teologia limitada assim é a nossa herança racionalista. Os antigos hebreus e cristãos sabiam que a realidade era muito mais complexa do que a nossa razão. Além disso, entendiam que certas dimensões da fé aparentemente distintas não eram necessariamente contraditórias. O problema é que quando nossa teologia se “helenizou” exageradamente, adotamos uma logicamente simplista que nos trouxe diversos problemas. Para entender tal realidade, basta lermos a Bíblia e vermos que o texto sagrado não se incomoda em afirmar coisas que ofende o racionalismo de muitos. Por exemplo, como Deus pode ser infinito e encarnar num bebê em Belém? Como Deus pode ser um e três ao mesmo tempo? Como a Bíblia pode ser Palavra de Deus e ser escrita por homens? Como podemos ser salvos por nossa fé e ao mesmo tempo por obra exclusiva do Espírito Santo? Como entender que Deus é totalmente soberano e nós somos livres e responsáveis por nossos atos? Como decidir se é o bom senso ou sabedoria bíblica que nos norteia, ou é a direção sobrenatural do Espírito Santo? A verdade é que o mistério e a complexidade da realidade bíblica tem sido reduzida para “facilitar” a vida dos cristãos. Uns dizem que Deus é pura razão, outros afirmam que ele é só coração e emoção. Uns insistem que Deus faz tudo, sendo plenamente soberano (até os ímpios foram predestinados ao inferno), outros afirmam que Deus não pode fazer nada sem nossa autorização (nós é que decidimos … será que Deus ainda é Senhor?). Uns preferem um Deus mais coletivo, sociológico; outros afirmam que ele é o Deus do indivíduo. Há quem veja Deus como inserido na realidade concreta do mundo; outros o colocam no “milésimo céu”, em sua espiritualidade e distância absolutas. A verdade é que toda teologia radical terá sérios problemas e graves conseqüências. A verdade é que toda teologia radical terá sérios problemas e graves conseqüências. Se entendermos que “duas paralelas só se encontram no infinito”, que toda moeda “tem duas faces” e que a realidade é mais dialética ou “poli-alética” do que admitimos, seremos muito beneficiados. Em primeiro lugar, seremos mais humildes em nossa afirmação de “conhecimento do sagrado”. Depois, aprenderemos a separar questões fundamentais de problemas secundários. Em terceiro lugar, desenvolveremos nossa tolerância e nosso senso fraternidade e amor cristãos (esses inegociáveis, segundo Jesus). Espero que venhamos a amadurecer nesta direção, pois a teologia brasileira tem mais condições de ser menos radical do que a teologia da maioria do chamado “primeiro mundo”. A importância de fugirmos da teologia do saci-pererê, evitando que nossas igrejas saiam por aí, pulando de uma perna só, tropeçando e caindo, é que em nossos dias tal tendência está acentuada. Quando vivíamos em Boston, EUA, estavamos em contato com muitos centros teológicos de todo o mundo. Por lá há uma tendência em alguns grupos de se rejeitar a doutrina das penas eternas, pois ela seria “irreconciliável com o amor de Deus” (a idéia é que se Deus é amor, ele não pode ser justiça, nem mostrar sua ira). Recentemente, um outro debate causou discussão no meio evangélico: surgiu a teologia do “teísmo aberto”. A ideia de alguns teólogos americanos é que Deus abriu mão de sua soberania e onisciência e resolveu não saber o futuro. Em resumo, Deus “abriu mão de ser Deus”. O intuito é “livrar” Deus de ser responsabilizado do sofrimento que há no mundo. Trata-se de um ultra-arminianismo que ignora centenas de textos bíblicos. Novamente, temos uma teologia radical, polarizada, bastante ocidental, e que ignora a dialética hebraica, negando a realidade do mistério. Que Deus abençoe a igreja brasileira a crescer no conhecimento de Deus, na tolerância fraternal e no pensamento cristão equilibrado. http://www.ibnu.com.br/index.php/a-teologia-do-saci-perere/

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

EPISTEMOLOGIA DA ESPIRITUALIDADE

By Adauto da Costa Santos apud João Pedro Araújo em 09/02/2014 (EBD da PIB-Guará) “Tendo, pois, muitos empreendido pôr em ordem a narração dos fatos que entre nós se cumpriram, segundo nos transmitiram os mesmos que os presenciaram desde o princípio, e foram ministros da palavra, pareceu-me também a mim conveniente descrevê-los a ti, ó excelente Teófilo, por sua ordem, havendo-me já informado minuciosamente de tudo desde o princípio; para que conheças a certeza das coisas de que já estás informado.” (Lucas 1:1-4) INTRODUÇÃO Como você sabe que sabe o que você sabe? Por quais faculdades atingimos o conhecimento? Haverá conhecimento certo e seguro em alguma concepção a priori? “Epistemologia (do grego ἐπιστήμη [episteme] - ciência; λόγος [logos] - estudo de), também chamada de teoria do conhecimento, é o ramo da filosofia que trata da natureza, das origens e da validade do conhecimento. A epistemologia estuda a origem, a estrutura, os métodos e a validade do conhecimento, motivo pelo qual também é conhecida como teoria do conhecimento.” Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Epistemologia “Ante a questão da possibilidade do conhecimento, o sujeito pode tomar diferentes atitudes: • Dogmatismo: atitude filosófica pela qual podemos adquirir conhecimentos seguros e universais por inspiração, e ter fé disso. • Cepticismo (AO1990: ceticismo): atitude filosófica oposta ao dogmatismo, a qual duvida de que seja possível um conhecimento firme e seguro, sempre questionando e pondo à prova as crenças, e dependendo dos resultados afirmativos destas provas as crenças podem se tornar convicção ou certeza. Esta postura foi defendida por Pirro de Élis. Enesidemo argumenta, porém, que Pirro "filosofava segundo o discurso da suspensão do juízo, mas que não agia de maneira inaudita". Parece confirmar essa observação o fato de Pirro ter vivido até os 90 anos. • Relativismo: atitude filosófica defendida pelos sofistas que nega a existência de uma verdade absoluta e defende a ideia de que cada indivíduo possui sua própria verdade, que é em função do contexto histórico do indivíduo em questão. • Perspectivismo: atitude filosófica que defende a existência de uma verdade absoluta, mas pensa que nenhum de nós pode chegar a ela senão a apenas uma pequena parte. Cada ser humano tem uma visão parcial da verdade. Esta teoria foi defendida por Nietzsche e notam-se nela ecos de platonismo.” DESENVOLVIMENTO Aprendemos sobre DEUS...: 1 – ...pelo OUVIR “Porque todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo. Como, pois, invocarão aquele em quem não creram? e como crerão naquele de quem não ouviram? e como ouvirão, se não há quem pregue? (...) De sorte que a fé é pelo ouvir, e o ouvir pela palavra de Deus. Mas digo: Porventura não ouviram? Sim, por certo, pois Por toda a terra saiu a voz deles, e as suas palavras até aos confins do mundo.” (Romanos 10:13-18) Quem tem ouvidos para ouvir, ouça. (Mateus 13:9) Quem tem ouvidos para ouvir, ouça. (Mateus 11:15) Se alguém tem ouvidos, ouça. (Apocalipse 13:9) E disse-lhes: Quem tem ouvidos para ouvir, ouça. (Marcos 4:9) Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas. (Apocalipse 2:29) 2 – ...por meio de VER “E dissestes: Eis aqui o Senhor nosso Deus nos fez ver a sua glória e a sua grandeza, e ouvimos a sua voz do meio do fogo; hoje vimos que Deus fala com o homem, e que este permanece vivo.” (Deuteronômio 5:24) “O que era desde o princípio, o que ouvimos, o que vimos com os nossos olhos, o que temos contemplado, e as nossas mãos tocaram da Palavra da vida.” (1 João 1:1) “E todos ficaram maravilhados, e glorificaram a Deus; e ficaram cheios de temor, dizendo: Hoje vimos prodígios.” (Lucas 5:26) “E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós, e vimos a sua glória, como a glória do unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade.” (João 1:14) Enfim, pelos demais sentidos: ...Olfato, ...Tato: “Porque para Deus somos o bom perfume de Cristo, nos que se salvam e nos que se perdem.” (2 Coríntios 2:15) “O óleo e o perfume alegram o coração; assim o faz a doçura do amigo pelo conselho cordial.” (Provérbios 27:9) “E, estando ele em Betânia, assentado à mesa, em casa de Simão, o leproso, veio uma mulher, que trazia um vaso de alabastro, com ungüento de nardo puro, de muito preço, e quebrando o vaso, lho derramou sobre a cabeça.” (Marcos 14:3) “Não me ungiste a cabeça com óleo, mas esta ungiu-me os pés com ungüento.” (Lucas 7:46) 3 – ...aprendendo com MESTRES “As palavras dos sábios são como aguilhões, e como pregos, bem fixados pelos mestres das assembléias, que nos foram dadas pelo único Pastor.” (Eclesiastes 12:11) “Porque, devendo já ser mestres pelo tempo, ainda necessitais de que se vos torne a ensinar quais sejam os primeiros rudimentos das palavras de Deus; e vos haveis feito tais que necessitais de leite, e não de sólido mantimento.” (Hebreus 5:12) “Porquanto os ensinava como tendo autoridade; e não como os escribas.” (Mateus 7:29) “Nem vos chameis mestres, porque um só é o vosso Mestre, que é o Cristo.” (Mateus 23:10) 4 – ...aprendendo com a EXPERIÊNCIA própria ou de outrem; “E não somente isto, mas também nos gloriamos nas tribulações; sabendo que a tribulação produz a paciência, e a paciência a experiência, e a experiência a esperança. E a esperança não traz confusão, porquanto o amor de Deus está derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado.” (Romanos 5:3-5) “Porque qualquer que ainda se alimenta de leite não está experimentado na palavra da justiça, porque é menino.” (Hebreus 5:13) “Mas bem sabeis qual a sua experiência, e que serviu comigo no evangelho, como filho ao pai.” (Filipenses 2:22) “Era desprezado, e o mais rejeitado entre os homens, homem de dores, e experimentado nos trabalhos; e, como um de quem os homens escondiam o rosto, era desprezado, e não fizemos dele caso algum.” (Isaías 53:3) 5 – ...mediante a própria REVELAÇÃO divina. “Como me foi este mistério manifestado pela revelação, como antes um pouco vos escrevi;” (Efésios 3:3) “Porque não o recebi, nem aprendi de homem algum, mas pela revelação de Jesus Cristo.” (Gálatas 1:12) “Ora, àquele que é poderoso para vos confirmar segundo o meu evangelho e a pregação de Jesus Cristo, conforme a revelação do mistério que desde tempos eternos esteve oculto,” (Romanos 16:25) “Não cesso de dar graças a Deus por vós, lembrando-me de vós nas minhas orações: para que o Deus de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai da glória, vos dê em seu conhecimento o espírito de sabedoria e de revelação; tendo iluminados os olhos do vosso entendimento, para que saibais qual seja a esperança da sua vocação, e quais as riquezas da glória da sua herança nos santos; e qual a sobreexcelente grandeza do seu poder sobre nós, os que cremos, segundo a operação da força do seu poder, que manifestou em Cristo, ressuscitando-o dentre os mortos, e pondo-o à sua direita nos céus, acima de todo o principado, e poder, e potestade, e domínio, e de todo o nome que se nomeia, não só neste século, mas também no vindouro; e sujeitou todas as coisas a seus pés, e sobre todas as coisas o constituiu como cabeça da igreja, que é o seu corpo, a plenitude daquele que cumpre tudo em todos.” (Efésios 1:16-23) Para saber mais: http://pt.wikipedia.org/wiki/Te%C3%ADsmo_Aberto