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domingo, 10 de fevereiro de 2013

Cálices transbordantes!

“Quem crer em mim, como diz a Escritura, do seu interior fluirão rios de água viva” (João 7.38)
Sempre quis entender o que Jesus disse ao proferir essas palavras, porém nunca encontrei explicação convincente até que refleti sobre o que Deus tem feito em minha própria vida: 1. ao participar ativamente do corpo místico de Cristo: a igreja, ministrando a palavra de Deus na Escola Bíblica Dominical, em pequenos grupos nos lares, nas distribuições de Novos Testamentos gideônicos em escolas, hotéis e hospitais ou mesmo opinando nas decisões em reuniões administrativas; 2. ao comunicar o amor de Deus às pessoas ao meu redor ou mesmo além do meu raio de influência imediata, seja por meio de testemunhos de vida pessoal a colegas em diversas situações específicas, ou de ações de cunho social a desconhecidos como o engraxate ou o pedinte de quem ouvi dia desses, enquanto aguardava o sinal verde no semáforo, um agradecimento radiante pelo almoço compartilhado ou, ainda, de migalhas virtuais distribuídas em meus blogs na internet, no facebook, cujo efeito e amplitude me escapam; 3. ao manifestar minha indignação contra a violência, a corrupção e a exploração da boa fé do povo por políticos inescrupulosos, e procurando viver vida digna e exemplar na qual meus filhos possam se inspirar e meus pais sejam honrados; 4. enfim, ao praticar a justiça, amar a benevolência e andar humildemente na presença do Senhor (Miquéias 6:8). “Ora, o Senhor é o Espírito; e onde está o Espírito do Senhor aí há liberdade” (II Coríntios 3.17) Sempre que isso acontece, sinto-me pleno do Espírito de Deus e não consigo me conter da alegria que me transborda o coração aos borbotões, especialmente ao saber que meus singelos compartilhamentos fazem diferença na vida de alguém que se converte, que se reconhece abençoado de alguma forma, que também transborda da graça de Deus abençoando a outros. Afinal, o amor de Deus está derramado em nossos corações (Romanos 5:5) e somos-lhe agradecidos por Sua generosidade para conosco, indignos pecadores . É da própria natureza desse amor divino o não poder ser contido. Afinal, é demais para um simples cálice a pretensão de reter-lhe as bençãos sem medida, compungindo-nos o Espírito Santo a compartilhá-las imediatamente. Embora nossa natureza humana nos leve a impor-nos limites de toda ordem, não há contenção possível neste caso, pois necessariamente haveremos de extravasar a água viva que flui como rios de nosso interior. Como ser assim, cheio do Espírito? “E não vos embriagueis com vinho, em que há contenda, mas enchei-vos do Espírito; falando entre vós em Salmos, hinos e cânticos espirituais”. (Efésios 5:18) Simples assim. É na comunhão dos santos, no partir do pão e nas orações (Atos 2:42-47) que somos revestidos de poder do alto para testemunhar, desfazer sofismas, derrubar fortalezas e destruir todo o orgulho humano que não deixa que as pessoas conheçam a Deus (II Coríntios 10:4-8). “Porque não nos pregamos a nós mesmos, mas a Cristo Jesus como Senhor e a nós mesmos como vossos servos, por amor de Jesus. 6 Porque Deus, que disse: Das trevas resplandecerá a luz, ele mesmo resplandeceu em nosso coração, para iluminação do conhecimento da glória de Deus, na face de Cristo. Temos, porém, este tesouro em vasos de barro, para que a excelência do poder seja de Deus e não de nós. Em tudo somos atribulados, porém não angustiados; perplexos, porém não desanimados; perseguidos, porém não desamparados; abatidos, porém não destruídos; levando sempre no corpo o morrer de Jesus, para que também a sua vida se manifeste em nosso corpo.” (II Coríntios 4.5-10)

Um comentário:

  1. Como expressado em seu blog, a Palavra de Deus é inesgotável e serve de fonte e manancial para as nossas almas. É como o "encontro de muitas águas"!

    A Paz de Deus!

    Atte. Eder.

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