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sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Five mistakes in your Bible translation

http://www.huffingtonpost.com/dr-joel-hoffman/five-mistakes-bible-translation_b_1129620.html Para saber mais: http://uctaa.net/articles/reflections/ref04/ref065.html

Culto de Ação de Graças dos Correios

1 - Acesse o blog no nosso grupo: www.gecor7.blogspot.com

2 - Clique no canto direito, em cima, sobre a foto onde se encontra o título: "CULTO DE AÇÃO DE GRAÇAS (DIA 5/12/11)".

3 - Pronto! Vocês já estão no album com todas as fotos!

domingo, 4 de dezembro de 2011

Ó profundidade...

"Ó profundidade da riqueza, tanto da sabedoria como do conhecimento de Deus! Quão insondáveis são os seus juízos, e quão inescrutáveis, os seus caminhos!" (Romanos 11:33) Basta de tanta manifestação de espiritualidade rasa e superficial! A revelação progressiva do Deus insondável, nos termos de Ezequiel 47, nos sugere que quanto mais nos afastamos de nossa zona de conforto, mais somos desafiados a "conhecer e prosseguir em conhecer ao Senhor" (Oséias 6:3). Para saber mais: Conhecer ao Senhor... Águas que purificam, saram... Fonte a jorrar para a vida eterna...

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

terça-feira, 29 de novembro de 2011

"Ministério" Feminino

"Não há judeu nem grego; não há escravo nem livre; não há homem e mulher, porque todos sois um só em Cristo Jesus." (Gl 3, 27-28). É realmente uma pena que ainda não tenhamos maturidade espiritual suficiente para apreender o sentido pleno dessa palavra. Compartilho o link a seguir, na esperança de contribuir um pouco para chegarmos lá: "Mulheres e Liderança Espiritual"

Vigiai - Notícias: Ed Rene Kivitz fala sobre o Teísmo Aberto

Vigiai - Notícias: Ed Rene Kivitz fala sobre o Teísmo Aberto

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Evagelizando no trabalho...

Colega 2, Tentarei fazer uma síntese para que você possa entender essa questão literalmente CRUCIAL do evangelho, pois é necessário contextualizar bíblica, histórica e culturalmente essa doutrina: a Soteriologia (doutrina da Salvação). “Porque todos pecaram e destituídos estão da Graça de Deus”. (Romanos 3:23) Contexto bíblico: No Velho Testamento, o Pentateuco ou Torá (conjunto dos primeiros cinco livros da Bíblia) introduz a chamada Lei de Moisés, a partir de um conjunto de preceitos cuja síntese se encontra no capítulo 20 do livro de Êxodo: os dez mandamentos (cinco verticais: homem-Deus, cinco horizontais: homem-homem). Por homem, entenda-se espécie humana, ou seja: homem e mulher. Em conseqüência da incapacidade humana em atingir o alvo determinado por Deus, surge o PECADO (http://www.palavraprudente.com.br/estudos/cdcole/sermaov2/cap04.html). Trata-se da impossibilidade do homem atender ao elevado padrão da Lei. Por isso foi instituído o sistema sacerdotal, cuja finalidade básica era proporcionar a intermediação entre o Deus santo e o homem pecador. Para tanto, eram apresentados sacrifícios para a expiação dos pecados do povo (na primeira páscoa foi imolado um cordeiro por família), pois ’ De fato, segundo a Lei, quase todas as coisas são purificadas com sangue, e sem derramamento de sangue não há perdão de pecados’. (Hebreus 9:22 ). Mas porque o sangue? "Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna, por Cristo Jesus nosso Senhor." [Romanos 6:23] No Novo Testamento, os evangelhos relatam a vida de Jesus Cristo e seus ensinos contrários à interpretação oficial dos sacerdotes, que se mostraram incapazes de intermediar essa relação, pois eles mesmos também eram pecadores e, como tais, sucumbiram à hipocrisia e à tentação do poder. Leia o Evangelho de João, em especial a historia do encontro de Jesus com o sacerdote Nicodemos:“Necessário vos é nascer de novo". João 3.7 (Para saber mais: http://www.estudobiblico.org/component/taxonomy/nascer%20de%20novo) e a providência divina para a solução definitiva desse impasse: “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu seu filho unigênito para que todo aquele que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (João 3:16). Contexto histórico: Quando Moisés nasceu, o povo de Deus estava sob a escravidão no Egito. A missão de Moisés foi libertar o povo, conduzi-lo à Terra Prometida Canaã (desde os tempos do pai Abraão) e constituir a nação de Israel. No trajeto, em conseqüência do pecado da idolatria, aquela geração peregrinou por cerca de 40 anos no deserto até ser extinta (exceto Calebe e Josué). Somente os descendentes tiveram acesso a Canaã. Quando Jesus nasceu, Israel estava sob o domínio do Império Romano. A missão de Jesus foi libertar a humanidade do pecado. Esta missão foi confundida pelos contemporâneos de Cristo, especialmente os do partido revolucionário (Zelotes), como sendo de natureza temporal: libertação do domínio romano. Os Fariseus, partido da situação na época, sentiram-se ameaçados e incriminaram Jesus diante das autoridades romanas, induzindo à crucificação. Contexto cultural: No oriente, há costumes e filosofias muito díspares em relação à cultura ocidental. Para saber mais: http://www.hottopos.com/mirand4/orientee.htm Enfim, essa matéria requer muito estudo e não tenho a pretensão de esgotá-la. Espero ter-lhe oferecido uma breve introdução. O aprofundamento depende do seu nível de interesse. A resposta ao seu questionamento está na declaração de João Batista ao ver Jesus vindo ao seu encontro para ser batizado: “Eis o cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo” (João 1:29). Coloco-me à disposição para os esclarecimentos adicionais. Grato pela confiança, Adauto da Costa Santos -------------------------------------------------------------------------------- De: Colega 2 Enviada em: terça-feira, 11 de maio de 2010 15:17 Para: Adauto da Costa Santos Assunto: RES: LIBERDADE??? - FOTOS IMPRESSIONANTES - Relembrando um pouco de história. Adauto boa tarde, Me permita usufruir um pouco dos seus vastos conhecimentos e solicitar esclarecimentos em uma questão bíblica que tenho tanta dúvida: Sempre ouço e leio que Jesus Cristo morreu para nos salvar... mas, não entendo como o gesto dele de morrer na cruz tenha nos salvado. Evidentemente que ele poderia simplesmente abdicar da morte e se salvar, enfim ele é o filho de Deus. Ele não fez isso, se sacrificou e morreu como um humano qualquer. Então... qual é o real significado de dizer que ele morreu para nos salvar? Um abraço, Colega 2 -------------------------------------------------------------------------------- De: Adauto da Costa Santos Enviada em: terça-feira, 11 de maio de 2010 11:23 Para: Colega 1 Cc: Diversos outros colegas, inclusive o colega 2 Assunto: ENC: LIBERDADE??? - FOTOS IMPRESSIONANTES - Relembrando um pouco de história. Colega 1, Costumo me classificar politicamente como co-beligerante (nos termos de Francis Schaeffer no artigo .pdf anexo) e apartidário, pois a dificuldade do sectarismo, exemplificada no seu .pps é que esse discurso também pode servir para as outras vias, basta mudar as siglas e tudo se encaixará como uma luva. Todo extremismo partidário é nocivo e pernicioso, não importa se de “Direita” ou de “Esquerda”. Esta verdade acerca do sectarismo se aplica também à vida cristã (Vide http://www.igrejaemuberaba.org.br/refletindo_detalhe.php?reflexao=94) Só Jesus Cristo Salva! Afinal, o seu reino não é deste mundo: http://www.estudosdabiblia.net/a15_23.htm “E não vos conformeis a este mundo, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus”. (Romanos 12:2) Adauto da Costa Santos

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Nada Mudou

Em tempos em que muitos querem mudar, porém poucos estão dispostos a pagar o preço da mudança, a mensagem é muito pertinente.

É indispensável assumir o compromisso pela mudança arcando com o ônus decorrente. Acontece que a maioria só muda na superfície, pois o ânimo permanece o mesmo.

Para tornar-se verdadeiro discípulo de Cristo há que mudar tudo. A começar pela disposição mental (metanóia) e indo além...

Para saber mais: Nada Mudou

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Mercantilização do Sagrado

"Os seus chefes dão as sentenças por suborno, e os seus sacerdotes ensinam por interesse, e os seus profetas adivinham por dinheiro; e ainda se encostam ao SENHOR, dizendo: Não está o SENHOR no meio de nós? Nenhum mal nos sobrevirá." (Miquéias 3:11)

Apliquemos este texto, produzido há cerca de 700 anos Antes de Cristo, ao contexto atual e vejamos como a Palavra de Deus é viva e eficaz. Como diria John Stott, "Ouça o Espírito, ouça também o mundo". Lendo a Bíblia e a matéria sob o título 'Juízes Bandidos' publicada na revista Veja - edição 2237 de 05/10/2011 - podemos constatar a atualidade dessa profecia.

Para saber mais:
http://www.revistatheos.com.br/Artigos/Artigo_06_1_04.pdf

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Pensar dói mesmo!

O Gondim está mesmo à frente de seu tempo...
http://www.creio.com.br/2008/noticias01.asp?noticia=12425http://www.blogger.com/img/blank.gif

domingo, 31 de julho de 2011

A ÚLTIMA MENSAGEM de John Stott em Keswick

Dr. John Stott — “O Paradigma: Tornando-nos Mais Semelhantes a Cristo”. Sermão pregado na Convenção de Keswick em 17 de julho de 2007


Lembro-me muito claramente de que há vários anos, sendo um cristão ainda jovem, a questão que me causava perplexidade (e a alguns amigos meus também) era esta: Qual é o propósito de Deus para o seu povo? Uma vez que tenhamos nos convertido, uma vez que tenhamos sido salvos e recebido vida nova em Jesus Cristo, o que vem depois? É claro que conhecíamos a famosa declaração do Breve Catecismo de Westminster: “O fim principal do homem é glorificar a Deus, e gozá-lo para sempre”. Sabíamos disso e críamos nisso. Também refletíamos sobre algumas declarações mais breves, como uma de apenas sete palavras: “Ama a Deus e ao teu próximo”. Mas de algum modo, nenhuma delas, nem outra que pudéssemos citar, parecia plenamente satisfatória. Portanto, quero compartilhar com vocês o entendimento que pacificou minha mente à medida que me aproximo do final de minha peregrinação neste mundo. Esse entendimento é: Deus quer que seu povo se torne semelhante a Cristo. A vontade de Deus para o seu povo é que sejamos conformes à imagem de Cristo.

Sendo isso verdade, quero propor o seguinte: em primeiro lugar, demonstrarmos a base bíblica do chamado para sermos conformes à imagem de Cristo; em segundo, extrairmos do Novo Testamento alguns exemplos; em terceiro, tirarmos algumas conclusões práticas a respeito. Tudo isso relacionado a nos assemelharmos a Cristo.

Então, vejamos primeiro a base bíblica do chamado para sermos semelhantes a Cristo. Essa base não se limita a uma passagem só. Seu conteúdo é substancial demais para ser encapsulado em um único texto. De fato, essa base consiste de três textos, os quais, aliás, faríamos muito bem em incorporar conjuntamente à nossa vida e visão cristã: Romanos 8:29, 2 Coríntios 3:18 e 1 João 3:2. Vamos fazer uma breve análise deles.

Romanos 8:29 diz que Deus predestinou seu povo para ser conforme à imagem do Filho, ou seja, tornar-se semelhante a Jesus. Todos sabemos que Adão, ao cair, perdeu muito — mas não tudo — da imagem divina conforme a qual fora criado. Deus, todavia, a restaurou em Cristo. Conformar-se à imagem de Deus significa tornar-se semelhante a Jesus: O propósito eterno de predestinação divina para nós é tornar-nos conformes à imagem de Cristo.

O segundo texto é 2 Coríntios 3:18: “E todos nós, com o rosto desvendado, contemplando, como por espelho, a glória do Senhor, somos transformados, de glória em glória, na sua própria imagem, como pelo Senhor, o Espírito”. Portanto é pelo próprio Espírito que habita em nós que somos transformados de glória em glória — que visão magnífica! Nesta segunda etapa do processo de conformação à imagem de Cristo, percebemos que a perspectiva muda do passado para o presente, da predestinação eterna de Deus para a transformação que ele opera em nós agora pelo Espírito Santo. O propósito eterno da predestinação divina de nos tornar como Cristo avança, tornando-se a obra histórica de Deus em nós para nos transformar, por intermédio do Espírito Santo, segundo a imagem de Jesus.

Isso nos leva ao terceiro texto: 1 João 3:2: “Amados, agora, somos filhos de Deus, e ainda não se manifestou o que haveremos de ser. Sabemos que, quando ele se manifestar, seremos semelhantes a ele, porque haveremos de vê-lo como ele é”. Não sabemos em detalhes como seremos no último dia, mas o que de fato sabemos é que seremos semelhantes a Cristo. Não precisamos saber de mais nada além disso. Contentamo-nos em conhecer a verdade maravilhosa de que estaremos com Cristo e seremos semelhantes a ele, eternamente.

Aqui há três perspectivas: passado, presente e futuro. Todas apontam na mesma direção: há o propósito eterno de Deus, pelo qual fomos predestinados; há o propósito histórico de Deus, pelo qual estamos sendo transformados pelo Espírito Santo; e há o propósito final ou escatológico de Deus, pelo qual seremos semelhantes a ele, pois o veremos como ele é. Estes três propósitos — o eterno, o histórico e o escatológico — se unem e apontam para um mesmo objetivo: a conformação do homem à imagem de Cristo. Este, afirmo, é o propósito de Deus para o seu povo. E a base bíblica para nos tornarmos semelhantes a Cristo é o fato de que este é o propósito de Deus para o seu povo.

Prosseguindo, quero ilustrar essa verdade com alguns exemplos do Novo Testamento. Em primeiro lugar, creio ser importante que nós façamos uma afirmação abrangente como a do apóstolo João em 1 João 2:6: “Aquele que diz que permanece nele, esse deve também andar assim como ele andou”. Em outras palavras, se nos dizemos cristãos, temos de ser semelhantes a Cristo. Este é o primeiro exemplo do Novo Testamento: temos de ser como o Cristo Encarnado.

Alguns de vocês podem ficar horrorizados com essa idéia e rechaçá-la de imediato. “Ora”, me dirão, “não é óbvio que a Encarnação foi um evento absolutamente único, não sendo possível reproduzi-lo de modo algum?” Minha resposta é sim e não. Sim, foi único no sentido de que o Filho de Deus revestiu-se da nossa humanidade em Jesus de Nazaré, uma só vez e para sempre, o que jamais se repetirá. Isso é verdade. Contudo, há outro sentido no qual a Encarnação não foi um evento único: a maravilhosa graça de Deus manifestada na Encarnação de Cristo deve ser imitada por todos nós. Nesse sentido, a Encarnação não foi única, exclusiva, mas universal. Somos todos chamados a seguir o supremo exemplo de humildade que ele nos deu ao descer dos céus para a terra. Por isso Paulo diz em Filipenses 2:5-8: “Tende em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus, pois ele, subsistindo em forma de Deus, não julgou como usurpação o ser igual a Deus; antes, a si mesmo se esvaziou, assumindo a forma de servo, tornando-se em semelhança de homens; e, reconhecido em figura humana, a si mesmo se humilhou, tornando-se obediente até à morte e morte de cruz”. Precisamos ser semelhantes a Cristo em sua Encarnação no que diz respeito à sua admirável humildade, uma humilhação auto-imposta que está por trás da Encarnação.

Em segundo lugar, precisamos ser semelhantes a Cristo em sua prontidão em servir. Agora, passemos de sua Encarnação à sua vida de serviço; de seu nascimento à sua vida; do início ao fim. Quero convidá-los a subir comigo ao cenáculo onde Jesus passou sua última noite com os discípulos, conforme vemos no evangelho de João, capítulo 13: “Tirou a vestimenta de cima e, tomando uma toalha, cingiu-se com ela. Depois, deitou água na bacia e passou a lavar os pés aos discípulos e a enxugar-lhos com a toalha com que estava cingido”. Ao terminar, retomou seu lugar e disse-lhes: “Ora, se eu, sendo o Senhor e o Mestre, vos lavei os pés, também vós deveis lavar os pés uns dos outros. Porque eu vos dei o exemplo” — note-se a palavra — “para que, como eu vos fiz, façais vós também”.

Há cristãos que interpretam literalmente esse mandamento de Jesus e fazem a cerimônia do lava-pés em dia de Ceia do Senhor ou na Quinta-feira Santa — e podem até estar certos em fazê-lo. Porém, vejo que a maioria de nós fez apenas uma transposição cultural do mandamento de Jesus: aquilo que Jesus fez, que em sua cultura era função de um escravo, nós reproduzimos em nossa cultura sem levarmos em conta que nada há de humilhante ou degradante em o fazermos uns pelos outros.

Em terceiro lugar, temos de ser semelhantes a Cristo em seu amor. Isso me lembra especificamente Efésios 5:2: “Andai em amor, como também Cristo nos amou e se entregou a si mesmo por nós, como oferta e sacrifício a Deus, em aroma suave”. Observe que o texto se divide em duas partes. A primeira fala de andarmos em amor, um mandamento no sentido de que toda a nossa conduta seja caracterizada pelo amor, mas a segunda parte do versículo diz que ele se entregou a si mesmo por nós, descrevendo não uma ação contínua, mas um aoristo, um tempo verbal passado, fazendo uma clara alusão à cruz. Paulo está nos conclamando a sermos semelhantes a Cristo em sua morte, a amarmos com o mesmo amor que, no Calvário, altruistamente se doa.

Observe a idéia que aqui se desenvolve: Paulo está nos instando a sermos semelhantes a Cristo na Encarnação, ao Cristo que lava os pés dos irmãos e ao Cristo crucificado. Esses três acontecimentos na vida de Cristo nos mostram claramente o que significa, na prática, sermos conformes à imagem de Cristo.

Em quarto lugar, temos de ser semelhantes a Cristo em sua abnegação paciente. No exemplo a seguir, consideraremos não o ensino de Paulo, mas o de Pedro. Cada capítulo da primeira carta de Pedro diz algo sobre sofrermos como Cristo, pois a carta tem como pano de fundo histórico o início da perseguição. Especialmente no capítulo 2 de 1 Pedro, os escravos cristãos são instados a, se castigados injustamente, suportarem e não retribuírem o mal com o mal. E Pedro prossegue dizendo que para isto mesmo fomos chamados, pois Cristo também sofreu, deixando-nos o exemplo — outra vez a mesma palavra — para seguirmos os seus passos. Este chamado para sermos semelhantes a Cristo em meio ao sofrimento injusto pode perfeitamente se tornar cada vez mais significativo à medida que as perseguições se avolumam em muitas culturas do mundo atual.

No quinto e último exemplo que quero extrair do Novo Testamento, precisamos ser semelhantes a Cristo em sua missão. Tendo examinado os ensinos de Paulo e de Pedro, veremos agora os ensinos de Jesus registrados por João. Em João 17:18, Jesus, orando, diz: “Assim como tu me enviaste ao mundo, também eu os enviei ao mundo”, referindo-se a nós. E na Comissão, em João 20:21, Jesus diz: “Assim como o Pai me enviou, eu também vos envio”. Estas palavras carregam um significado imensamente importante. Não se trata apenas da versão joanina da Grande Comissão; é também uma instrução no sentido de que a missão dos discípulos no mundo deveria ser semelhante à do próprio Cristo. Em que aspecto? Nestes textos, as palavras-chave são “envio ao mundo”. Do mesmo modo como Cristo entrou em nosso mundo, nós também devemos entrar no “mundo” das outras pessoas. É como explicou, com muita propriedade, o Arcebispo Michael Ramsey há alguns anos: “Somente à medida que sairmos e nos colocarmos, com compaixão amorosa, do lado de dentro das dúvidas do duvidoso, das indagações do indagador e da solidão do que se perdeu no caminho é que poderemos afirmar e recomendar a fé que professamos”.

Quando falamos em “evangelização encarnacional” é exatamente disto que falamos: entrar no mundo do outro. Toda missão genuína é uma missão encarnacional. Temos de ser semelhantes a Cristo em sua missão. Estas são as cinco principais formas de sermos conformes à imagem de Cristo: em sua Encarnação, em seu serviço, em seu amor, em sua abnegação paciente e em sua missão.

Quero, de modo bem sucinto, falar de três conseqüências práticas da assemelhação a Cristo.

Primeira: A assemelhação a Cristo e o sofrimento. Por si só, o tema do sofrimento é bem complexo, e os cristãos tentam compreendê-lo de variados pontos de vista. Um deles se sobressai: aquele segundo o qual o sofrimento faz parte do processo da transformação que Deus faz em nós para nos assemelharmos a Cristo. Seja qual for a natureza do nosso sofrimento — uma decepção, uma frustração ou qualquer outra tragédia dolorosa —, precisamos tentar enxergá-lo à luz de Romanos 8:28-29. Romanos 8:28 diz que Deus está continuamente operando para o bem do seu povo, e Romanos 8:29 revela que o seu bom propósito é nos tornar semelhantes a Cristo.

Segunda: A assemelhação a Cristo e o desafio da evangelização. Provavelmente você já se perguntou: “Por que será que, até onde percebo, em muitas situações os nossos esforços evangelísticos freqüentemente terminam em fracasso?” As razões podem ser várias e não quero ser simplista, mas uma das razões principais é que nós não somos parecidos com o Cristo que anunciamos. John Poulton, que abordou o tema num livreto muito pertinente, intitulado A Today Sort of Evangelism, escreveu:

“A pregação mais eficaz provém daqueles que vivem conforme aquilo que dizem. Eles próprios são a mensagem. Os cristãos têm de ser semelhantes àquilo que falam. A comunicação acontece fundamentalmente a partir da pessoa, não de palavras ou idéias. É no mais íntimo das pessoas que a autenticidade se faz entender; o que agora se transmite com eficácia é, basicamente, a autenticidade pessoal”.

Isto é assemelhar-se à imagem de Cristo. Permitam-me dar outro exemplo. Havia um professor universitário hindu na Índia que, certa vez, identificando que um de seus alunos era cristão, disse-lhe: “Se vocês, cristãos, vivessem como Jesus Cristo viveu, a Índia estaria aos seus pés amanhã mesmo”. Eu penso que a Índia já estaria aos seus pés hoje mesmo se os cristãos vivessem como Jesus viveu. Oriundo do mundo islâmico, o Reverendo Iskandar Jadeed, árabe e ex-muçulmano, disse: “Se todos os cristãos fossem cristãos — isto é, semelhantes a Cristo —, hoje o islã não existiria mais”.

Isto me leva ao terceiro ponto: Assemelhação a Cristo e presença do Espírito Santo em nós. Nesta noite falei muito sobre assemelhação a Cristo, mas será que ela é alcançável? Por nossas próprias forças é evidente que não, mas Deus nos deu seu Santo Espírito para habitar em nós e nos transformar de dentro para fora. William Temple, que foi arcebispo na década de 40, costumava ilustrar este ponto falando sobre Shakespeare:

“Não adianta me darem uma peça como Hamlet ou O Rei Lear e me mandarem escrever algo semelhante. Shakespeare era capaz, eu não. Também não adianta me mostrarem uma vida como a de Jesus e me mandarem viver de igual modo. Jesus era capaz, eu não. Porém, se o gênio de Shakespeare pudesse entrar e viver em mim, então eu seria capaz de escrever peças como as dele. E se o Espírito Santo puder entrar e habitar em mimhttp://www.blogger.com/img/blank.gif, então eu serei capaz de viver uma vida como a de Jesus”.

Para concluir, um breve resumo do que tentamos pensar juntos aqui hoje: O propósito de Deus é nos tornar semelhantes a Cristo. O modo como Deus nos torna conformes à imagem de Cristo é enchendo-nos do seu Espírito. Em outras palavras, a conclusão é de natureza trinitária, pois envolve o Pai, o Filho e o Espírito Santo.

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Fonte do original em inglês: http://www.langhampartnership.​org/2007/08/06/john-stott-addr​ess-at-keswick/

Tradução: F. R. Castelo Branco | Outubro 2007

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Ultimato lamenta: John Stott morre em Londres | Editora Ultimato

Ultimato lamenta: John Stott morre em Londres | Editora Ultimato

Lá se foi mais um expoente da fé cristã bem pensada. Afinal, CRER É TAMBÉM PENSAR...título de um de seus livros que mais aprecio.

Como fica a sua posição doutrinária sobre a ANIQUILAÇÃO do ímpio? Tão polêmica quanto anti-bíblica essa posição nem parece ter a ver com John Stott, o que só nos demonstra que ninguém é perfeito. Contudo, seu mérito foi ser capaz de pensar até esse ponto, ousando discutí-lo abertamente.

Para saber mais sobre esse controvertido tema, leia:

"...Qualquer que seja nossa posição sobre a questão, nós também devemos ser guiados pelas Escrituras e nada mais...


Trecho extraído do site "eleitosdedeus", Under Creative Commons License: Attribution Non-Commercial No Derivatives:
http://www.eleitosdedeus.org/apologetica/reconsiderando-o-aniquilacionismo-evangelico-uma-analise-do-pensamento-de-john-stott-sobre-a-nao-existencia-do-inferno-dr-james-i-packer.html#axzz1TQlIbc2i

terça-feira, 24 de maio de 2011

Cuidados a se ter com irmãos!

“ Amai-vos cordialmente uns aos outros com amor fraternal, preferindo-vos em honra uns aos outros.” (Romanos 12:10)

ROTEIRO
1 INTRODUÇÃO: “Os 3 mosqueteiros “
2 DESENVOLVIMENTO:
2.1 – TEMOR DE DEUS.
2.2 – AMOR FRATERNAL !
2.3 – PREFERÊNCIA EM HONRA.
3 CONCLUSÃO.

Autor: Adm. Adauto da Costa Santos (Janeiro 2000)

1-Introdução:
Eu e meus dois irmãos mais novos éramos conhecidos como os “três mosqueteiros” por aparentarmos ser trigêmeos e andarmos sempre juntos. Porém, após nos casarmos e constituirmos nossas próprias famílias, negligenciamos os cuidados mútuos e perdemos aquele “glamour”, embora mantenhamos o lema: “Um por todos e todos por um”. Ainda hoje, é comum alguém conhecido encontrar-se com algum de nós na rua e cumprimentar como se o outro fosse. Como se não bastasse, já na casa dos vinte anos, decidimo-nos por Cristo no mesmo culto jovem e, após 6 a 7 meses, fomos batizados conjuntamente na mesma oportunidade: à meia-noite do dia mais frio do ano (24 de junho). Que mergulho memorável ! Nos anos seguintes, celebrávamos o fato do nosso novo nascimento cantando em trio nos cultos de ação de graças por uma tão maravilhosa salvação em dose tripla. Salmo 133:1-3 – “Oh! Quão bom e quão suave é que os irmãos vivam em união! É como o óleo precioso sobre a cabeça, que desce sobre a barba, a barba de Arão, e que desce à orla das suas vestes. Como o orvalho do Hermom, que desce sobre os montes de Sião; porque ali o SENHOR ordena a bênção e a vida para sempre.”

Desenvolvimento:
2.1 – TEMOR DE DEUS.

Há um triste episódio, relatado em 2ª Crônicas 28 (quando do trágico reinado de Acaz) que retrata o perigo de se perder o temor de Deus, abandonando-o e indo após ídolos. O texto em questão é de particular aplicação ao tema do cuidado que devemos ter para com nossos irmãos, diante de Deus: “E estava ali um profeta do SENHOR cujo nome era Obede, o qual saiu ao encontro do exército que vinha para Samaria e lhe disse: Eis que, irando-se o SENHOR, Deus de vossos pais, contra Judá, os entregou nas vossas mãos, e vós os matastes com uma raiva tal, que chegou até aos céus. E, agora, vós cuidais em sujeitar a vós os filhos de Judá e Jerusalém, como cativos e cativas; porventura, não sois vós mesmos aqueles entre os quais há culpas contra o SENHOR, vosso Deus?
Agora, pois, ouvi-me e tornai a enviar os prisioneiros que trouxestes presos de vossos irmãos, porque o ardor da ira do SENHOR está sobre vós. Então, alguns homens dentre os chefes dos filhos de Efraim, Azarias, filho de Joanã, Berequias, filho de Mesilemote, e Jeizquias, filho de Salum, e Amasa, filho de Hadlai, se levantaram contra os que voltavam da batalha.
E lhes disseram: Não fareis entrar aqui estes presos, porque, em relação à nossa culpa contra o SENHOR, vós intentais acrescentar mais a nossos pecados e a nossas culpas, sendo que já temos tanta culpa, e já o ardor da ira está sobre Israel. Então, os homens armados deixaram os presos e o despojo diante dos maiorais e de toda a congregação. E os homens que foram apontados por seus nomes se levantaram, e tomaram os presos, e vestiram do despojo a todos os que dentre eles estavam nus; e os vestiram, e os calçaram, e lhes deram de comer e de beber, e os ungiram; e a todos os que estavam fracos levaram sobre jumentos e os levaram a Jericó, a Cidade das Palmeiras, a seus irmãos; depois, voltaram para Samaria.”
Meditando sobre este episódio dramático da vida de Israel, no sentido de aplicar suas lições ao contexto atual, lembrei-me da afirmação (cuja autoria ignoro) de que os cristãos são o único exército que abandona seus feridos no campo de batalha. De fato, nosso empenho na busca por almas perdidas tem algum paralelo naquela repreensão de Jesus aos Escribas e Fariseus (Mateus 23:15), que percorriam mar e terra para fazer um prosélito (novo convertido ao judaísmo) para depois torná-lo duas vezes mais filho do inferno que eles próprios.

2.2 – AMOR FRATERNAL !

No entanto, o mandamento divino precisou ser lembrado pela boca do profeta para que pudesse ser reconhecido. Igualmente culpados, pudéssemos nós, hoje, obedecê-lo com a mesma prontidão e solicitude de então e haveríamos de acorrer aos congregados aqui ao lado, aos irmãos afastados e aos parentes renegados por via de qualquer que seja a justificativa, a fim de ministrar-lhes a unção da reconciliação e, assim, afastar o ardor da ira do Senhor, que impede a efetividade de nosso testemunho ao mundo, como rogou Nosso Senhor em sua oração sacerdotal (João 17:21).


2.3 – PREFERÊNCIA EM HONRA.

Outro cuidado precisaríamos ter: o celebrar contínuo da honra e da primazia de sermos todos membros da família de Deus (Efésios 2:19). Para tanto, haveríamos de desfrutar da liberdade cristã e, tal como a Sulamita, em Cantares 8:1-3, celebraríamos com alegria e desprendimento o nosso amor mútuo: “Ah! Quem me dera que foras meu irmão e que te tivesses amamentado aos seios de minha mãe! Quando te achasse na rua, beijar-te-ia, e não me desprezariam! Levar-te-ia e te introduziria na casa de minha mãe, e tu me ensinarias; e te daria a beber vinho aromático e do mosto das minhas romãs. A sua mão esquerda esteja debaixo da minha cabeça, e a sua direita me abrace.” No entanto, o que se vê é a indiferença, a distância segura e sem envolvimento, o descompromisso, o isolamento frio e desumano que nos mata de inanição afetiva.
Que lindos e expressivos versos estes de Cantares 8:8,9 “Temos uma irmã pequena, que ainda não tem peitos; que faremos a esta nossa irmã, no dia em que dela se falar? Se ela for um muro, edificaremos sobre ela um palácio de prata; e, se ela for uma porta, cercá-la-emos com tábuas de cedro.” Fôssemos conscientes da nossa responsabilidade mútua e cuidaríamos assim das nossas irmãs em Cristo. A sabedoria expressa no cuidado da Sulamita é particularizada segundo a natureza e necessidades de cada qual: se reservada e contida como um muro, adorna-se com uma torre ou um castelo de prata reluzente, de onde o sentinela possa estar alerta; do contrário, se extrovertida e aberta como uma porta por onde passe qualquer um, levanta-se uma cerca resistente e protetora, onde o cuidado há de ser explícito.

3-Conclusão:
Irmãos e amigos ! Salomão nos adverte em Provérbios 18:24 - “O homem que tem muitos amigos pode congratular-se, mas há amigo mais chegado do que um irmão.”
Estes cuidados todos deveriam ser universais, posto que somos todos da mesma espécie humana. A verdade, no entanto, é que não somos todos irmãos e amigos: “Veio para o que era seu, e os seus não o receberam. Mas, a todos quantos o receberam, aos que crêem no seu nome, deu-lhes o poder de se tornarem filhos de Deus; os quais não nasceram da carne nem da vontade do homem, mas de Deus” (João 1:11-13). Há muito joio semeado em meio ao genuíno trigo e não há como discerni-lo ou separá-lo, senão no momento oportuno e por intervenção direta de Deus (Mateus 13:40-43). Enquanto isso, “portanto, vede prudentemente como andais, não como néscios, mas como sábios, remindo o tempo, porquanto os dias são maus. Pelo que não sejais insensatos, mas entendei qual seja a vontade do Senhor. E não vos embriagueis com vinho, em que há contenda, mas enchei-vos do Espírito, falando entre vós com salmos, e hinos, e cânticos espirituais, cantando e salmodiando ao Senhor no vosso coração, dando sempre graças por tudo a nosso Deus e Pai, em nome de nosso Senhor Jesus Cristo, sujeitando-vos uns aos outros no temor de Deus.” (Efésios 5:15-21).

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Tema: Sou casa de Deus

Por Jessica Domingos dos Santos (minha filha)

A palavra de Deus em 1ª Coríntios 3:16 afirma: “Não sabeis que sois santuário de Deus e que o Espírito de Deus habita em vós?”
Bem, se o Espírito de Deus habita em nós podemos dizer que somos morada de Deus, casa de Deus.
Pensando em tipos de casa, existem vários: palafitas, ocas, iglus, palácios, apartamentos, mansões, favelas e outras. Cada uma dessas moradias possuem suas características próprias. Por exemplo: as ocas e os iglus não possuem janelas.
Que tipo de casa somos?
E quais são nossas características?
(mostrar cartaz com vários tipos de moradias)
Enquanto vocês pensam sobre o assunto. Vamos continuar analisando...
Geralmente, uma boa casa precisa de no mínimo 5 partes:
1. A base – sustentação;
2. As paredes – proteção e aparência externa;
3. Janelas – entrada de ar e luz;
4. Portas – entrada e saída de pessoas;
5. Teto – proteção;

Obs.: Enquanto falo de cada parte da casa ilustrarei colocando parte por parte até formar a casa.

A primeira parte é a BASE de nossa casa. Em Mateus 7:24 “Todo aquele, pois, que escuta estas minhas palavras, e as pratica, assemelhá-lo-ei ao homem prudente, que edificou a sua casa sobre a rocha”. A BASE da casa que devemos ser é a Palavra de Deus. Devemos sustentar as nossas vidas na palavra de Deus: escutando e praticando. Será que nossas vidas estão sustentadas na rocha? Estamos ouvindo e praticando a Palavra de Deus? Como anda a base da casa de Deus em sua vida?

A próxima parte são as paredes. Paredes servem para proteger, mas a proteção vamos deixar por conta do teto. Com relação as paredes vamos analisar a questão da aparência externa. As paredes falam para quem está de fora que tipo de morador habita naquela casa. Podemos dizer que as paredes são o nosso testemunho.
Mateus 5:16 – “Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai, que está nos céus.”
Como você tem cuidado de sua parede? Existe mofo? Teias de aranha? Ou a pintura está renovada? Há decoração na sua parede? Como tem sido o seu testemunho?

Seguindo a construção da casa que somos, temos as janelas. As janelas são importantes, pois são através delas que há entrada de ventilação e luz. Quando penso em janelas, lembro que gosto de ir até elas para admirar o belo que Deus fez (céus, pássaros etc), mas existem pessoas que vão até as janelas para fofocar ou vigiar a vida alheia. O que você faz na sua janela?
Em Salmo 147: 7 e 8
“Cantai ao SENHOR em ação de graças; cantai louvores ao nosso Deus sobre a harpa.
Ele é o que cobre o céu de nuvens, o que prepara a chuva para a terra, e o que faz produzir erva sobre os montes”
O Salmista nos ensina que a janela é lugar de louvor e adoração. E é por meio desse louvor e adoração que nós que somos a casa de Deus podemos nos encher de ar e luz.

Falaremos agora da porta. A porta está ligada a entrada e saída.
Em Provérbios 4:23 – “Sobre tudo o que se deve guardar, guarda o teu coração, porque dele procedem as fontes da vida”
O que tem entrado e saído pelas as portas da casa de Deus? O que tem passado pelo seu coração?
“Quanto ao mais, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude, e se há algum louvor, nisso pensai”. Filipenses 4:8

Por último, temos o teto. O teto fala de proteção.
Salmo 18:2 “O Senhor é o meu rochedo, e o meu lugar forte, e o meu libertador; o meu Deus, a minha fortaleza, em quem confio; o meu escudo, a força da minha salvação, e o meu alto refúgio.”
Onde você tem se protegido das chuvas, do sol? Em quem você tem buscado proteção?

Agora que já sabemos o que nossa casa precisa ter. Voltemos a pensar que tipo de casa somos...
Em Marcos 16:15 – “E disse-lhes: Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura”. Deus nos ensina que somos uma casa móvel. Levamos a presença de Deus onde formos.

Como você tem cuidado da casa de Deus que é você?

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Segunda Igreja Batista de Goiânia

Fui grandemente abençoado e edificado pelas mensagens de ontem lá no Setor Campinas, em Goiânia.

Pela manhã, o louvor em ritmo nordestino, com direito a sanfona e triângulo, com o baterista imitando o som da zabumba no acompanhamento dos hinos do Hinário para o Culto Cristão.

À noite, o missionário que se despedia rumo a Antofagasta (Chile) nos brindou com uma profunda mensagem baseada em Filipenses 2:12ss.

Alguns pontos que me chamaram a atenção foram:

1 - A salvação é uma dádiva divina que merece e requer um cultivo adequado, para ser aperfeiçoada (não é estática, mas sim dinâmica);

2 - No esforço por tornar operante a nossa salvação não há lugar para murmurações nem contendas;

3 - A retenção da palavra da vida não consiste na mera apropriação de conhecimento teológico, mas sim na vivência frutífera do discupulado cristão.